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Chefe da ONU diz que é essencial evitar escalada de tensões no Irã

O chefe da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, alertou neste domingo que é essencial evitar “qualquer forma de escalada” das tensões no Golfo, em meio a temores de um conflito após a derrubada de um drone norte-americano pelo Irã na semana passada.
Por Catarina Demony | Reuters

LISBOA (Reuters) - “O mundo não pode permitir um grande confronto no Golfo”, disse Guterres, nos bastidores da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, em Lisboa . “Todos devem manter nervos de aço.”

Na quinta-feira, um míssil iraniano destruiu um drone de vigilância dos EUA, em um incidente que o governo norte-americano disse que aconteceu no espaço aéreo internacional.

Trump disse mais tarde que ordenou o cancelamento de um ataque militar em retaliação pela ação que poderia ter resultado em 150 mortes.

Teerã repetiu no sábado que o drone foi abatido sobre seu território e disse que responderia com firmeza a qualquer ameaça dos EUA.

Os comentários de Guterres vêm um dia depois…

Ucrânia realiza treinamentos militares perto da Crimeia

A Marinha da Ucrânia realizou exercícios no território da região de Kherson, perto da fronteira com a península da Crimeia, segundo informou a Marinha da Ucrânia no Facebook na quarta-feira (27).


Sputnik

"O objetivo do evento visa a defesa da costa marítima e a destruição do adversário que realiza uma ofensiva a partir dos territórios ocupados", diz a mensagem.

Barco de mísseis Priluki da Marinha da Ucrânia
Lancha de mísseis Priluki da Marinha da Ucrânia © Sputnik / Vasiliy Batanov

Nota-se que os artilheiros treinaram a eliminação de alvos nas áreas de povoações "temporariamente ocupadas". Foi dedicada uma atenção especial à ação dos artilheiros em condições de baixa visibilidade e durante a noite, afirmou o comando.

Em 19 de junho, o conselheiro do ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, Aleksandr Levchenko, disse que, se a Rússia não permitir que a Ucrânia retome o controle das regiões de Donetsk e Lugansk, Kiev partirá para o "Plano B" e se voltará para a Crimeia.

A Crimeia foi reintegrada no território russo em março de 2014 em sequência dos resultados do referendo em que a grande maioria dos residentes votaram a favor da adesão à Rússia. Kiev e os países ocidentais se recusaram a reconhecer os resultados do plebiscito. Moscou sublinha que o procedimento de reintegração da região cumpriu as normas do direito internacional.

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