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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Ucrânia reconhece ser vulnerável perante Rússia no mar de Azov

A Ucrânia não tem "nada" para contrapor à frota militar russa no mar de Azov, declarou o vice-ministro da Ucrânia para os "territórios ocupados", Georgy Tuka, em uma entrevista ao canal de televisão ZIK.


Sputnik

"Querem que lhes mostre o zero? As nossas Forças Armadas no mar têm zero. E vocês sabem isso. Não temos nada para contrapor à frota militar russa", disse Tuka.

Navio de mísseis ligeiro Mirazh da Frota do Mar Negro da Rússia em Sevastopol
Navio de mísseis ligeiro russo Mirazh © Sputnik / Vasily Batanov

Ele reagiu assim às palavras do presidente da organização Causa Justa, Dmitry Snegirev, que apelou ao exército ucraniano para "reagir eficazmente" às ações dos militares russos no estreito de Kerch com a ajuda de algumas "elaborações contemporâneas da indústria militar".

A situação do mar de Azov se agravou depois de os serviços fronteiriços ucranianos em 25 de março terem detido o barco da Crimeia Nord, que navegava sob a bandeira da Rússia com dez tripulantes, todos cidadãos russos. No entanto, Kiev os considera cidadãos ucranianos. Dois tripulantes conseguiram voltar à Crimeia através da Bielorrússia, sete foram retirados de um voo destinado a Minsk. O capitão do barco é acusado de "violar os procedimentos de entrada e saída do território temporariamente ocupado da Ucrânia, a fim de causar dano aos interesses nacionais". Ele pode ficar preso por cinco anos.

Em 4 de maio, o navio Ametist, da Guarda de Fronteiras russa, deteve no mar Negro o barco pesqueiro ucraniano YAMK-0041 que pescava ilegalmente barbudo na zona econômica exclusiva da Rússia. Foi aberto um processo criminal contra o capitão do barco por pesca ilegal, e o próprio barco foi detido.

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