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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Ucrânia reconhece ser vulnerável perante Rússia no mar de Azov

A Ucrânia não tem "nada" para contrapor à frota militar russa no mar de Azov, declarou o vice-ministro da Ucrânia para os "territórios ocupados", Georgy Tuka, em uma entrevista ao canal de televisão ZIK.


Sputnik

"Querem que lhes mostre o zero? As nossas Forças Armadas no mar têm zero. E vocês sabem isso. Não temos nada para contrapor à frota militar russa", disse Tuka.

Navio de mísseis ligeiro Mirazh da Frota do Mar Negro da Rússia em Sevastopol
Navio de mísseis ligeiro russo Mirazh © Sputnik / Vasily Batanov

Ele reagiu assim às palavras do presidente da organização Causa Justa, Dmitry Snegirev, que apelou ao exército ucraniano para "reagir eficazmente" às ações dos militares russos no estreito de Kerch com a ajuda de algumas "elaborações contemporâneas da indústria militar".

A situação do mar de Azov se agravou depois de os serviços fronteiriços ucranianos em 25 de março terem detido o barco da Crimeia Nord, que navegava sob a bandeira da Rússia com dez tripulantes, todos cidadãos russos. No entanto, Kiev os considera cidadãos ucranianos. Dois tripulantes conseguiram voltar à Crimeia através da Bielorrússia, sete foram retirados de um voo destinado a Minsk. O capitão do barco é acusado de "violar os procedimentos de entrada e saída do território temporariamente ocupado da Ucrânia, a fim de causar dano aos interesses nacionais". Ele pode ficar preso por cinco anos.

Em 4 de maio, o navio Ametist, da Guarda de Fronteiras russa, deteve no mar Negro o barco pesqueiro ucraniano YAMK-0041 que pescava ilegalmente barbudo na zona econômica exclusiva da Rússia. Foi aberto um processo criminal contra o capitão do barco por pesca ilegal, e o próprio barco foi detido.

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