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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Ucrânia reconhece ser vulnerável perante Rússia no mar de Azov

A Ucrânia não tem "nada" para contrapor à frota militar russa no mar de Azov, declarou o vice-ministro da Ucrânia para os "territórios ocupados", Georgy Tuka, em uma entrevista ao canal de televisão ZIK.


Sputnik

"Querem que lhes mostre o zero? As nossas Forças Armadas no mar têm zero. E vocês sabem isso. Não temos nada para contrapor à frota militar russa", disse Tuka.

Navio de mísseis ligeiro Mirazh da Frota do Mar Negro da Rússia em Sevastopol
Navio de mísseis ligeiro russo Mirazh © Sputnik / Vasily Batanov

Ele reagiu assim às palavras do presidente da organização Causa Justa, Dmitry Snegirev, que apelou ao exército ucraniano para "reagir eficazmente" às ações dos militares russos no estreito de Kerch com a ajuda de algumas "elaborações contemporâneas da indústria militar".

A situação do mar de Azov se agravou depois de os serviços fronteiriços ucranianos em 25 de março terem detido o barco da Crimeia Nord, que navegava sob a bandeira da Rússia com dez tripulantes, todos cidadãos russos. No entanto, Kiev os considera cidadãos ucranianos. Dois tripulantes conseguiram voltar à Crimeia através da Bielorrússia, sete foram retirados de um voo destinado a Minsk. O capitão do barco é acusado de "violar os procedimentos de entrada e saída do território temporariamente ocupado da Ucrânia, a fim de causar dano aos interesses nacionais". Ele pode ficar preso por cinco anos.

Em 4 de maio, o navio Ametist, da Guarda de Fronteiras russa, deteve no mar Negro o barco pesqueiro ucraniano YAMK-0041 que pescava ilegalmente barbudo na zona econômica exclusiva da Rússia. Foi aberto um processo criminal contra o capitão do barco por pesca ilegal, e o próprio barco foi detido.

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