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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Venezuela reitera denúncia de planos de agressão a partir da Colômbia

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou hoje a preservar a integridade da nação ao reiterar a denúncia de um suposto plano de agressão a partir da Colômbia.


Prensa Latina
Caracas - 'Devemos estar preparados para garantir a integridade territorial, a oligarquia colombiana pretende gerar um falso positivo para perturbar a paz da Venezuela. 'Ninguém durma em seus louros! Queremos paz com independência, paz com justiça, paz com igualdade. Alerta!', escreveu o governante na rede social Twitter.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro | Reprodução

Ao comemorar ontem o aniversário 197 da batalha de Carabobo, o chefe de Estado alertou que a partir da Colômbia se prepara uma agressão contra a Venezuela, promovida pelo Governo dos Estados Unidos, e que pretendem justificar com falsos positivos.

Maduro precisou que o plano é impulsionado pelos Estados Unidos, em aliança com a oligarquia colombiana e políticos e militares da reserva venezuelanos.

Além disso, chamou a fortalecer a união para proteger a independência, a liberdade, a soberania, a integridade territorial e a autodeterminação nacional, que são direitos irrenunciáveis da nação e estão estabelecidos na Constituição.

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