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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Adeus a 'stealth': por que tecnologia furtiva dos aviões de combate não funcionaria mais?

A Agência de Investigação de Projetos Avançados do Departamento de Defesa dos EUA (DARPA na sigla em inglês) avisou que a tecnologia furtiva dos aviões de combate já não funciona, sugeriu o analista militar Michael Peck em seu artigo para a revista The National Interest.


Sputnik

"Será que o Pentágono simplesmente admitiu que a tecnologia invisível já não funciona?", é uma pergunta retórica que faz o especialista, citando o recente relatório da DARPA dedicado às tecnologias que serão usadas em futuras guerras.

Avião F-117 Nighthawk
F-117 Nighthawk © AFP 2018 / USAF / US AIR FORCE

"As plataformas furtivas podem estar se aproximando de seus limites físicos", revelou a agência.

A DARPA também admitiu que "nosso sistema de aquisição enfrenta dificuldades em responder nos prazos de tempo relevantes ao progresso dos adversários, tornando a busca de capacidades de próxima geração simultaneamente mais urgente e mais fútil".

Se for esse o caso, a próxima geração de aviões, os que eventualmente substituirão os aviões furtivos F-22, F-35 e B-2, não serão mais sigilosos que seus predecessores. "Na corrida interminável entre a tecnologia furtiva e os sensores que visam penetrar seu véu, a furtividade pode ter chegado a um beco sem saída", explicou o analista.

"Seria possível atingir os objetivos da Força Conjunta sem limpar o céu dos caças e bombardeiros inimigos e eliminar todas as ameaças de superfície? Será que é possível atingi-lo sem pôr uma plataforma sofisticada e de grande valor e a tripulação em risco […]?", escreve a agência.

A resposta da DARPA poria fim ao tradicional domínio aéreo dos EUA em qualquer guerra: a possível solução que sugere a agência é "ir mais além dos avanços evolutivos em tecnologia furtiva e interromper as doutrinas tradicionais de domínio aéreo/superioridade aérea".

Agora, a DARPA está à procura de outras maneiras de atingir seus objetivos mesmo sem a supremacia aérea, como através de “uma combinação de desempenho esmagador (por exemplo, de mísseis hipersônicos) e números esmagadores (por exemplo, enxames de mísseis de baixo custo)”.

De fato, a agência de pesquisa do Pentágono parece pôr em causa o próprio conceito de um número reduzido de aviões furtivos e caros: como os caças F-22 e F-35 e os bombardeiros B-2.

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