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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Americanos registram que Marinha do Brasil desistiu, pela 2ª vez, do exercício RIMPAC

O Instituto Naval dos Estados Unidos (USNI na sigla em inglês) – organização privada sem fins lucrativos sediada na cidade de Annapolis (a mesma que abriga a Academia Naval americana), estado de Maryland – distribuiu um boletim informativo chamando a atenção para o fato de que a Marinha do Brasil (MB) desistiu, pela segunda vez consecutiva, de participar do exercício naval RIMPAC (Rim of Pacific) – “Arco do Pacífico” –, que se desenrola no eixo Pearl Harbor-estado da Califórnia, a maior e mais importante manobra naval multinacional do mundo.


Por Roberto Lopes | Poder Naval

De acordo com a entidade, a ausência do Brasil foi confirmada pela III Frota dos Estados Unidos, responsável pelo evento.


O texto anota que, entre as quatro marinhas previstas para estrear na RIMPAC 2018, apenas a brasileira deixou de comparecer (o que já havia feito em 2016), devido, segundo o boletim, a “imprevistos nos seus compromissos programados” (unforeseen scheduling commitments), imprevistos estes que não foram identificados.

As demais marinhas estreantes, de Israel, do Vietnã e do Sri Lanka, participam normalmente das operações. A frota chinesa, que também havia sido convidada para o exercício, foi desconvidada pela III Frota no mês de maio.

Também chamada a tomar parte nas manobras, a Armada Argentina igualmente declinou, mas, ao contrário do caso do Brasil, os militares americanos já esperavam essa ausência.

A não-participação do Brasil se deve, como é fácil imaginar, às restrições vividas pelo setor operativo da MB – restrições que, por sinal, não se originam, somente, na falta de recursos. Também têm a ver com a obsolescência (de sensores, armamento e propulsão) dos principais escoltas brasileiros.

Chile 

O RIMPAC 2018 teve início na sexta-feira da semana passada (29.06) e irá se estender até o dia 2 de agosto.

Fragata "Almirante Lynch" FF-07 da Armada Chilena, que está participando da RIMPAC 2018
Fragata “Almirante Lynch” FF-07 da Armada Chilena, que está participando da RIMPAC 2018

A edição deste ano terá muitas marcas importantes, especialmente para as forças navais sul-americanas.

Chile, Peru e Colômbia enviaram escoltas ao Havaí, e, pela primeira vez, uma nação não-fundadora do RIMPAC – Chile – ocupará posição de liderança no componente naval do exercício.

A questão da indisponibilidade de meios não é um “privilégio” da MB.

A III Frota solicitou que os peruanos enviassem ao Havaí um navio-tanque, mas o Comando da Marinha de Guerra do Peru informou que o BAP Tacna, de 17 mil toneladas, estava indisponível.

Na essência, a RIMPAC 2018 será uma festa tipicamente americana, ou dos militares americanos.

Sua programação inclui o lançamento, por parte de uma aeronave da US Air Force, de um Míssil Anti-Navio de Longo Alcance (LRASM), o disparo, pela Força de Autodefesa do Japão, de outros mísseis anti-navio, o voo de um Naval Strike Missile (NSM), e o lançamento de diversas cargas paletizadas, evento que estará a cargo do US Army.

Pela primeira vez desde o RIMPAC 2002, o Centro de Comando da III Frota será transferido de San Diego (Califórnia) para Pearl Harbor. Ele funcionará inicialmente nas instalações de um hospital do Havaí, e depois a bordo do novíssimo navio-doca USS Portland, de 208,5 m de comprimento e 25 mil toneladas de deslocamento (carregado).

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