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Primeiro voo do Aero L-159T2

A Aero Vodochody realizou o primeiro voo do treinador a jato L-159T2 de dois lugares em 1º de agosto. O voo de 30 minutos foi conduzido pelos pilotos de testes da empresa Vladimír Kvarda e David Jahoda.
Poder Aéreo

A Força Aérea Tcheca encomendou três exemplares em 2016, que devem ser entregues até o final deste ano. As aeronaves L-159 são operadas pelas forças aéreas tcheca e iraquiana, pela empresa americana Draken International e, no passado, foram alugadas pela Força Aérea Húngara para treinamento de pilotos.

Estas novas aeronaves de assento duplo T2 têm uma fuselagem central e dianteira recém-construída e apresentam várias melhorias significativas, principalmente em equipamentos de cockpit e sistema de combustível, e são totalmente compatíveis com o NVG. Cada cockpit é equipado com duas telas multifuncionais e um assento de ejeção VS-20 atualizado. A aeronave também pode oferecer uma capacidade de reabastecimento sob pressão. O radar GRIFO, já em uso na versão de um único assento, a…

Analista militar comenta planos do Reino Unido de reforçar Marinha no Atlântico Norte

O Reino Unido aumentará sua presença no Atlântico Norte devido ao aumento do poderio da Marinha Russa, informou a mídia. Em entrevista ao serviço russo da rádio Sputnik, o especialista militar Viktor Litovkin, disse que isso não ajudará a obstaculizar os objetivos estabelecidos pela Rússia.


Sputnik

As forças navais britânicas aumentarão sua presença no Atlântico Norte para resistir à ameaça da Rússia, disse o chefe da Marinha Real, almirante Philip Jones, à Sky News.

HNS Bulwark da Marinha da Grã-Bretanha
HNS Bulwark da Marinha da Grã-Bretanha © AP Photo / Ariel Schalit

Segundo o almirante, a criação de uma zona conjunta de operações da OTAN está prevista no Atlântico Norte, o que tornará a região uma área prioritária para o governo britânico e permitirá, de forma mais regular, enviar para esta área navios de guerra e aeronaves. Ele observou que essas ações são uma resposta à crescente ameaça da Rússia, informou o canal de televisão.

"Esta é uma restauração intensificada do poder e da escala, sobre a qual não pensávamos ainda há dez anos. Tivemos que responder a isso", disse Jones, referindo-se ao potencial da Marinha russa e destacando as capacidades da Marinha russa para um posicionamento rápido.

A declaração do almirante britânico ocorreu várias semanas após a declaração dos EUA sobre a restauração da Segunda Frota no oceano Atlântico, também em resposta à "ameaça do lado russo", disse o canal.

Durante uma entrevista, o coronel aposentado Viktor Litovkin comentou as palavras de Philip Jones.

"Agradecemos ao almirante britânico por avaliar tão bem a nossa Marinha. Naturalmente, hoje a nossa frota tem competência considerável para resolver as tarefas que lhe são atribuídas: defender seu território, dissuadir um possível agressor e controlar importantes regiões do mundo. Mas, claro, nossa frota é inferior à dos EUA, que é aliada da Marinha britânica e que opera contra a nossa Marinha, por exemplo, no Atlântico. Entretanto, nós provamos repetidamente nossas vantagens durante o serviço no mar Mediterrâneo. Os navios da Frota do Norte atingiram terroristas no território da Síria, cumprindo esta tarefa com muito sucesso", disse Victor Litovkin.

Ele observou que a Marinha britânica não poderia impedir a nossa atividade militar.

"A Marinha britânica possui apenas quatro submarinos estratégicos, que hoje já estão ficando ultrapassados. Eles precisam ser substituídos, mas o governo não aloca dinheiro para isso. O único porta-aviões britânico, que foi construído recentemente, teve um vazamento e foi necessário que retornasse à base para posterior reparação. Portanto, quando almirantes britânicos dizem que vão monitorar o Atlântico Norte para reprimir as ações de nossa frota [russa], isso parece mais uma presunção para os especialistas militares russos. Apesar de todos os seus esforços, nossos navios e submarinos ainda atravessam o Atlântico Norte, seguem para o Mediterrâneo, e realizam outras tarefas. E, claro, a frota inglesa não poderia impedir nossa atividade militar. Mas quero enfatizar que não tencionamos atacar ninguém. Construímos a nossa Marinha para proteger nossos interesses nacionais, de modo que o almirante está se preocupando em vão", disse o especialista militar.

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