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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Assad: Capacetes Brancos que se recusam a depor armas serão eliminados como terroristas

As declarações do presidente acontecem em meio à evacuação contínua de centenas de membros do controverso grupo, que Damasco considera um braço da Al-Qaeda na Síria.


Sputnik

Falando à imprensa russa nesta quinta-feira, Bashar Assad reiterou sua posição de que os Capacetes Brancos não eram um grupo de resgate, mas sim uma cobertura para os militantes da Frente al-Nusra.

O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Bashar Assad © AP Photo / Página do Facebook da Presidência da Síria

Assad disse que os líderes do grupo já fugiram da Síria, com o restante ficando para trás sob o disfarce de civis e se escondendo em Idlib, controlada por militantes terroristas.

"Eles fugiram da Síria, mas na verdade não fugiram — foram evacuados por Israel, pela Jordânia e pelas potências ocidentais", disse Assad.

Segundo o presidente, todos os Capacetes Brancos que recusarem a anistia serão eliminados. "O destino dos Capacetes Brancos será o mesmo de qualquer terrorista. Eles têm dois caminhos: ou entregam as armas e aproveitam a anistia… ou serão eliminados, como outros terroristas", disse ele.

Comentando as prioridades dos militares sírios, Assad considerou a libertação da província de Idlib uma das principais direções, mas não a única. "Hoje Idlib é nosso objetivo, mas não apenas Idlib. Hoje, é claro, há territórios na parte leste da Síria que são controlados por vários grupos. Alguns são mantidos por Daesh (esses são pequenos bolsões), assim como Frente al-Nusra e outras formações extremistas. Portanto, estaremos nos movendo para essas regiões. As forças armadas determinarão as prioridades, e Idlib é uma delas", disse Assad.

Assad comparou a situação atual em seu país com a da Frente Oriental da Segunda Guerra Mundial. Cercado por parentes de militares russos que morreram lutando contra os jihadistas na Síria, o presidente sírio disse que as ações bárbaras dos nazistas eram comparáveis ​​às dos terroristas de hoje.

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