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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Assessor dos EUA: nossas tropas ficarão na Síria até 'ameaça iraniana' ser eliminada

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou previamente que as tropas norte-americanas irão abandonar a Síria "em breve". No entanto, isso contradiz as afirmações do assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, que não acredita que isso seja possível.


Sputnik

Ao falar com o canal ABC News no domingo (15), Bolton afirmou que Washington pretende manter seus militares na Síria até que o Irã e o Daesh (organização terrorista proibida em vários países, incluindo a Rússia) não apresentem ameaça à região.

Soldados norte-americanos no nordeste da Síria
Militares dos EUA na Síria © AFP 2018 / AHMAD AL-RUBAYE

"Acho que o presidente deixou claro que permanecemos lá até que o califado territorial do Daesh seja removido e enquanto a ameaça das forças iranianas continuar presente no Oriente Médio", disse.

Ao mesmo tempo, o assessor destacou que a crise síria estará na agenda da cúpula entre Donald Trump e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, realizada em Helsinque em 16 de julho.

No âmbito do seu discurso dado em março no estado de Ohio, Donald Trump confirmou que os EUA "irão abandonar" a Síria "muito em breve" para "que outras pessoas cuidem disso". A afirmação foi feita depois de Trump ter declarado que "nocauteou" o Daesh.

No entanto, as declarações do presidente contradizem completamente os prévios comentários da Casa Branca e Pentágono quanto à permanência das forças norte-americanas no país árabe.

Os Estados Unidos, liderando uma coalizão internacional, realizam uma operação contra o grupo terrorista Daesh na Síria e no Iraque desde 2014.

Os americanos operam na Síria sem a autorização do governo de Damasco.

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