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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Ataques israelenses em Gaza continuam entre alertas em Israel

O Exército israelense continuou os ataques a vários "alvos terroristas" em Gaza neste sábado, quando foram novamente ativadas as sirenes antiaéreas em comunidades de Israel adjacentes ao enclave e após o disparo de pelo menos 31 projéteis por milícias palestinas na última noite.


EFE

Jerusalém - As Forças Armadas informaram em comunicado que estavam "atacando alvos terroristas" na Faixa durante esta manhã, quando voltaram a soar os alertas aéreos nas regiões israelenses de Sha'ar HaNeguev, Eshkol e Hof Ashkelon por disparos.
Resultado de imagem para Ataques israelenses em Gaza
Ataque israelense em Gaza | Reprodução

A nova rodada de ataques de Gaza foi seguida por uma noite de bombardeios sobre "várias posições militares", incluindo "um complexo utilizado para preparar ataques terroristas incendiários", uma instalação de treino e dois túneis no norte e no sul do enclave, após o lançamento de 31 projéteis palestinos, seis deles interceptados pelo sistema antimísseis Cúpula de Ferro.

"O bombardeio foi realizado em resposta aos atos terroristas durante os distúrbios violentos ocorridos ontem ao longo da cerca de segurança, além dos contínuos ataques incendiários que danificam o território israelense diariamente com o lançamento de projéteis da Faixa", declarou o Exército, que responsabiliza o Hamas pelas agressões.

Fawzi Barhoum, porta-voz do movimento islâmico que controla a Faixa desde 2007, disse em comunicado que o Hamas "manda uma mensagem clara (a Israel) e garante o equilíbrio da dissuasão rápida para obrigar o inimigo a deter a escalada".

O braço armado do grupo, as Brigadas de Ezzedine al Qassam, responsabilizou completamente as autoridades israelenses por "mais agressões sobre Gaza" e advertiu que "pagarão um alto preço pela obstinação".

Enquanto isso, o movimento Jihad Islâmica, o segundo maior na Faixa, afirmou que a "resistência não hesitará em responder a qualquer agressão contra Gaza": "O tempo que passou sem resposta terminou", acrescentou.

A tensão é alta na linha divisória desde o dia 30 de março, quando começaram as manifestações que reivindicam o direito ao retorno e contra o bloqueio imposto à Faixa, nas quais morreram 139 palestinos, a maioria nos protestos. Israel considera que o movimento islâmico Hamas utiliza essas manifestações para se infiltrar e cometer ataques "terroristas".

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