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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Avião britânico volta a sobrevoar fronteiras da Rússia

Um avião de guerra radioeletrônica Sentinel R1, pertencente à Força Aérea Real britânica, efetuou nova missão de reconhecimento nas proximidades das fronteiras da Rússia.


Sputnik

Em particular, a missão de vigilância foi realizada perto da costa do mar Negro — na Crimeia e na região de Krasnodar, segundo informa o serviço de monitoramento Plane Radar.

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Sentinel R1 | Reprodução

De acordo com o serviço, o avião Sentinel R1 decolou da base britânica de Akrotiri, situada na ilha de Chipre, aproximadamente às 8h11 do horário de Brasília. Destaca-se que a missão terminou às 10h07.

Anteriormente, em 13 de julho, o mesmo avião já havia efetuado um voo de vigilância usando uma rota semelhante.

Ultimamente, aviões ocidentais têm sido avistados perto das fronteiras russas com cada vez maior frequência. Por exemplo, em junho, um drone norte-americano realizou uma missão de vigilância ao longo do litoral da Crimeia.

O Ministério da Defesa russo apelou repetidamente aos EUA, cujos aviões têm estado envolvidos nestas ações, para que parem os voos, apelos que o Pentágono deixou sem resposta.

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