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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Avião britânico volta a sobrevoar fronteiras da Rússia

Um avião de guerra radioeletrônica Sentinel R1, pertencente à Força Aérea Real britânica, efetuou nova missão de reconhecimento nas proximidades das fronteiras da Rússia.


Sputnik

Em particular, a missão de vigilância foi realizada perto da costa do mar Negro — na Crimeia e na região de Krasnodar, segundo informa o serviço de monitoramento Plane Radar.

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Sentinel R1 | Reprodução

De acordo com o serviço, o avião Sentinel R1 decolou da base britânica de Akrotiri, situada na ilha de Chipre, aproximadamente às 8h11 do horário de Brasília. Destaca-se que a missão terminou às 10h07.

Anteriormente, em 13 de julho, o mesmo avião já havia efetuado um voo de vigilância usando uma rota semelhante.

Ultimamente, aviões ocidentais têm sido avistados perto das fronteiras russas com cada vez maior frequência. Por exemplo, em junho, um drone norte-americano realizou uma missão de vigilância ao longo do litoral da Crimeia.

O Ministério da Defesa russo apelou repetidamente aos EUA, cujos aviões têm estado envolvidos nestas ações, para que parem os voos, apelos que o Pentágono deixou sem resposta.

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