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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Avião britânico volta a sobrevoar fronteiras da Rússia

Um avião de guerra radioeletrônica Sentinel R1, pertencente à Força Aérea Real britânica, efetuou nova missão de reconhecimento nas proximidades das fronteiras da Rússia.


Sputnik

Em particular, a missão de vigilância foi realizada perto da costa do mar Negro — na Crimeia e na região de Krasnodar, segundo informa o serviço de monitoramento Plane Radar.

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Sentinel R1 | Reprodução

De acordo com o serviço, o avião Sentinel R1 decolou da base britânica de Akrotiri, situada na ilha de Chipre, aproximadamente às 8h11 do horário de Brasília. Destaca-se que a missão terminou às 10h07.

Anteriormente, em 13 de julho, o mesmo avião já havia efetuado um voo de vigilância usando uma rota semelhante.

Ultimamente, aviões ocidentais têm sido avistados perto das fronteiras russas com cada vez maior frequência. Por exemplo, em junho, um drone norte-americano realizou uma missão de vigilância ao longo do litoral da Crimeia.

O Ministério da Defesa russo apelou repetidamente aos EUA, cujos aviões têm estado envolvidos nestas ações, para que parem os voos, apelos que o Pentágono deixou sem resposta.

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