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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Comitê do Bundestag: campanha da Rússia na Síria é legítima, EUA devem abandonar o país

A intervenção militar da coalizão liderada pelos EUA na Síria é frequentemente criticada pela falta de mandato para conduzir operações militares na República Árabe, ou seja, sem a aprovação de Damasco para fazê-lo.


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Um comitê do Bundestag alemão, chefiado pelo político esquerdista Alexander Neu, assinalou que a presença militar russa na Síria é "considerada permissível no âmbito do direito internacional", já que o governo sírio solicitou assistência de Moscou, informou nesta terça-feira (11) o serviço de notícias Tagesschau.

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Bundestag | Reprodução

Em particular, Neu destacou que as forças russas estão operando na Síria com "aprovação explícita do governo sírio".

O comitê descreveu o papel atual da coalizão liderada pelos EUA na crise da Síria como mais complicado, assinalando que o fornecimento de armas a combatentes no país era uma possível violação do direito internacional.

Além disso, o político afirmou que a intervenção na Síria para combater o Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países) e outros grupos terroristas é legítima, mas somente caso a própria Síria seja "incapaz ou não estar disposta" a fazê-lo.

Como o exército sírio vem combatendo os terroristas, alguns dos quais têm recebido apoio militar de Washington, o comitê parlamentar destacou que muitos especialistas em direito internacional qualificam a intervenção dos EUA na Síria como injustificável.

Além disso, de acordo com o relatório do comitê do Bundestag, o Daesh foi em grande parte derrotado e não existe mais como uma força militar organizada na Síria, então a "lei de autodefesa da coalizão liderada pelos EUA tem sido cada vez mais difícil de justificar", e os EUA devem considerar o encerramento de sua campanha militar na Síria.

Damasco tem frequentemente condenado as ações da coalizão encabeçada por Washington no seu território, e está particularmente preocupada com a construção de bases militares norte-americanas, que o governo sírio considera como uma violação da soberania do país.

A Rússia começou a efetuar ataques aéreos contra as posições dos terroristas na Síria em setembro de 2015 a pedido do presidente sírio, Bashar Assad.

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