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Lançamento do Submarino Riachuelo – S40 (VIDEO)

Hoje, 14 de dezembro, às 10h da manhã em Itaguaí-RJ, teve início a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um nuclear que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil. A cerimônia conta com a presença do Presidente da República.
Poder Naval

O nome do primeiro submarino, “Riachuelo”, é alusivo à Batalha Naval do Riachuelo, considerada decisiva na Guerra do Paraguai, com atuação destacada da Marinha do Brasil.


Acompanhe a Cerimônia em tempo real no vídeo no final deste post.
Prosub

O Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Mas o país pleiteia na Organização das Naç…

Coreia do Sul e EUA retomarão busca de militares desaparecidos

Comandos militares da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e dos EUA acordaram hoje a retomada da busca dos soldados considerados desaparecidos nesta região durante o período de guerra 1950-1953.


Por Benito Joaquín | Prensa Latina
Panmunjom, RPDC - O ato ficou pactuado durante os diálogos com os quais se retomaram os encontros de alto nível entre chefes militares de Pyongyang e Washington, suspensos há anos, soube a Prensa Latina.


Durante o primeiro triênio da segunda metade do século passado morreram mais de 33 mil soldados e oficiais estadunidenses, segundo cifras oficiais.

Os restos mortais de cerca de 16 por cento desse total de militares mortos não foram encontrados nas buscas realizadas na RPDC entre 1996 e 2005 ou anteriormente.

Os especialistas forenses só detectaram nos antigos palcos de guerra ao norte daqui, os restos de aproximadamente 220 militares norte-americanos.

Em Washington, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assegurou que 16 por cento dos corpos dos que morreram nessa guerra nunca foram recuperados.

Opinou que os diálogos entre os generais da RPDC e EUA foram 'produtivos e cooperativos, e resultaram em firmes compromissos'.

O chefe negociador dos EUA às referidas conversas e responsável pelo Estado Maior do comando da ONU estabelecido na Coreia do Sul, tenente general Michael Minihan, afirmou que o diálogo terá continuidade nesta segunda-feira.

Na ocasião, deve ser redefinido o roteiro para a busca de aproximadamente 5.500 mil militares norte-americanos considerados ainda desaparecidos porque seus corpos não foram encontrados.

Também organizar a transferência para os EUA dos mais de 200 restos mortais de militares estadunidenses encontrados nos campos de combate de mais 65 anos atrás e que estão sob custódia de Pyongyang.

No dia 12 de junho, na reunião desenvolvida na capital de Singapura entre os presidentes Kim Jong-un e Donald Trump, acordaram recuperar os restos dos militares norte-americanos falecidos durante o conflito armado nesta península.

Também uma imediata repatriação dos já identificados, segundo o expresso em um acordo divulgado na oportunidade, entre outros assuntos.

Os governantes da RPDC e dos EUA trocaram na semana passada elogios pelos esforços comuns realizados pessoalmente para melhorar os vínculos bilaterais e implementar de boa fé o comunicado conjunto subscrito em Singapura.

Igualmente sublinharam a sincera aproximação recíproca centrada na abertura de um novo futuro entre a RPDC e os Estados Unidos.

Nesta região existe tecnicamente um conflito bélico porque aquela sangrenta guerra (1950-1953) não cessou por um acordo de paz.

Em 27 de julho de 1953 foi pactuada pelas partes em conflito uma trégua sob a égide de um denominado armistício, ainda em vigor juridicamente e reconhecido pelos beligerantes.

O mais recente encontro entre chefes militares de alta nomenclatura dos dois países teve lugar nesta indevidamente chamada zona desmilitarizada há nove anos.

Aquela ruptura se produziu após despedaçar-se as negociações entre Rússia, China, Japão, Coreia do Sul, EUA e a RPDC.

Então as delegações buscavam a desnuclearização da península coreana e o cancelamento dos ensaios atômicos que a RPDC realizava com caráter persuasivo e defensivo.

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