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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Coreia do Sul e EUA retomarão busca de militares desaparecidos

Comandos militares da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e dos EUA acordaram hoje a retomada da busca dos soldados considerados desaparecidos nesta região durante o período de guerra 1950-1953.


Por Benito Joaquín | Prensa Latina
Panmunjom, RPDC - O ato ficou pactuado durante os diálogos com os quais se retomaram os encontros de alto nível entre chefes militares de Pyongyang e Washington, suspensos há anos, soube a Prensa Latina.


Durante o primeiro triênio da segunda metade do século passado morreram mais de 33 mil soldados e oficiais estadunidenses, segundo cifras oficiais.

Os restos mortais de cerca de 16 por cento desse total de militares mortos não foram encontrados nas buscas realizadas na RPDC entre 1996 e 2005 ou anteriormente.

Os especialistas forenses só detectaram nos antigos palcos de guerra ao norte daqui, os restos de aproximadamente 220 militares norte-americanos.

Em Washington, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assegurou que 16 por cento dos corpos dos que morreram nessa guerra nunca foram recuperados.

Opinou que os diálogos entre os generais da RPDC e EUA foram 'produtivos e cooperativos, e resultaram em firmes compromissos'.

O chefe negociador dos EUA às referidas conversas e responsável pelo Estado Maior do comando da ONU estabelecido na Coreia do Sul, tenente general Michael Minihan, afirmou que o diálogo terá continuidade nesta segunda-feira.

Na ocasião, deve ser redefinido o roteiro para a busca de aproximadamente 5.500 mil militares norte-americanos considerados ainda desaparecidos porque seus corpos não foram encontrados.

Também organizar a transferência para os EUA dos mais de 200 restos mortais de militares estadunidenses encontrados nos campos de combate de mais 65 anos atrás e que estão sob custódia de Pyongyang.

No dia 12 de junho, na reunião desenvolvida na capital de Singapura entre os presidentes Kim Jong-un e Donald Trump, acordaram recuperar os restos dos militares norte-americanos falecidos durante o conflito armado nesta península.

Também uma imediata repatriação dos já identificados, segundo o expresso em um acordo divulgado na oportunidade, entre outros assuntos.

Os governantes da RPDC e dos EUA trocaram na semana passada elogios pelos esforços comuns realizados pessoalmente para melhorar os vínculos bilaterais e implementar de boa fé o comunicado conjunto subscrito em Singapura.

Igualmente sublinharam a sincera aproximação recíproca centrada na abertura de um novo futuro entre a RPDC e os Estados Unidos.

Nesta região existe tecnicamente um conflito bélico porque aquela sangrenta guerra (1950-1953) não cessou por um acordo de paz.

Em 27 de julho de 1953 foi pactuada pelas partes em conflito uma trégua sob a égide de um denominado armistício, ainda em vigor juridicamente e reconhecido pelos beligerantes.

O mais recente encontro entre chefes militares de alta nomenclatura dos dois países teve lugar nesta indevidamente chamada zona desmilitarizada há nove anos.

Aquela ruptura se produziu após despedaçar-se as negociações entre Rússia, China, Japão, Coreia do Sul, EUA e a RPDC.

Então as delegações buscavam a desnuclearização da península coreana e o cancelamento dos ensaios atômicos que a RPDC realizava com caráter persuasivo e defensivo.

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