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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Donetsk: Forças Armadas ucranianas atacam posições de unidades nacionalistas em Donbass

As Forças Armadas da Ucrânia atacaram as posições da organização extremista Setor de Direita (proibida na Rússia) e da unidade neonazista Batalhão Azov, informou a assessoria de imprensa do comando operacional da autoproclamada República Popular de Donetsk.


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O incidente ocorreu na povoação de Lebedinskoe, que fica no território controlado por Kiev. Os disparos causaram a morte de três integrantes das organizações nacionalistas, mais cinco ficaram feridos.

Soldados ucranianos sobre o veículo blindado no Leste da Ucrânia
Tropa ucraniana © AFP 2018 / ALEXANDER KHUDOTEPLY

Segundo detalhou o porta-voz do comando operacional de Donetsk, Daniil Beznosov, as unidades nacionalistas foram colocadas em estado de máxima prontidão de combate.

Além disso, instrutores estrangeiros chegaram às posições do Setor de Direita para treinar os combatentes a resistirem a provocações armadas por parte das Forças Armadas da Ucrânia. Ao convidar instrutores, o comando do Setor de Direita garante dessa forma que as tropas ucranianas não atacarão as zonas onde se encontram cidadãos estrangeiros, explicou Beznosov.

Anteriormente, um representante das Forças Armadas da Ucrânia afirmou que na zona de combate em Donbass só podem estar militares regulares. Porém, a decisão de retirar da região as unidades nacionalistas resultou em confrontos com estas últimas.

Azov é um dos assim chamados batalhões de voluntários, que eram financiados por fontes privadas e participaram da operação militar em Donbass. Posteriormente, as autoridades ucranianas declararam que no país não devem existir grupos armados irregulares, propondo que passassem a fazer parte das Forças Armadas ucranianas.

O Setor de Direita é uma unidade ucraniana de organizações radicais nacionalistas que desde 2014 é considerado na Rússia organização extremista proibida.

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