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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Estados Unidos pretendem colocar armas no espaço 'custe o que custar', diz mídia

Os Estados Unidos querem implantar no espaço,"custe o que custar", armas e sensores espaciais para detectar lançamentos de mísseis, segundo a versão final do orçamento de defesa para 2019, escreve o portal Drive.


Sputnik

Segundo detalha o Drive, o Congresso exige colocar os armamentos no espaço perto da Terra mesmo que isso contradiga a estratégia nacional de defesa antimíssil e a opinião de diversos responsáveis militares estadunidenses.

Um satélite
CC0 / PIRO4D / Satélite

A versão do orçamento de 716 bilhões de dólares (R$ 2.656 bilhões) já foi aprovada por ambas as câmaras e deve agora ser aprovada pelo presidente Donald Trump.

Os sensores entrarão em serviço até 2022 para vigiar certas partes do mundo e países concretos, por exemplo, o Irã e a Coreia do Norte, de acordo com o portal.

Nas décadas anteriores, os Estados Unidos já desenvolveram a Iniciativa de Defesa Estratégica, informalmente conhecida como Star Wars (Guerra nas Estrelas) e anunciada em 1983 pelo então presidente Ronald Reagan. O programa visava garantir a supremacia dos EUA no espaço por meio de instalação de armamentos espaciais, capazes de interceptar mísseis balísticos.

Comentando a aprovação do novo orçamento de defesa americano, a chancelaria russa afirmou que um confronto militar no espaço pode ser tão perigoso quanto a corrida armamentista nuclear.

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