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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'EUA buscam motivar golpe de Estado na Venezuela', diz especialista

O analisa internacional, Basem Tajeldine, comentou à Sputnik sobre os relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, teria promovido em reuniões uma invasão militar na Venezuela.


Sputnik

Em 4 de julho, a agência de notícias AP publicou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promoveu a ideia de uma invasão militar na Venezuela em várias reuniões. A Sputnik consultou o analista internacional Basem Tajeldine, que assegurou que isso diz respeito a "uma chantagem que busca motivar uma desestabilização interna e motivar um golpe de estado".

Partidários do presidente Nicolás Maduro protestam contra as políticas norte-americanas em Caracas
Protestos na Venezuela em apoio a Nicolás Maduro © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

"Eu não acho que a nota da AP seja um fato isolado […] isso pode ser parte das pressões para motivar uma desestabilização interna de nossas Forças Armadas, mas que os EUA vão diretamente para uma agressão, eu vejo isso como descartado por enquanto", ele explicou.

O artigo faz referência a em uma reunião no Salão Oval em agosto de 2017, em que Trump teria perguntado por que não invadir a Venezuela. "A pergunta surpreendeu os presentes na reunião, que explicaram as desvantagens de tal decisão", informou o artido.

Em uma entrevista coletiva em 11 de agosto, Trump disse que não descartava uma "opção militar". O presidente proporia o plano militar em mais outras duas ocasiões, um deles ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que garantiu que "uma invasão teria apoio zero na região".

Tajeldine explicou que os EUA têm "asfixiado a Venezuela economicamente, diplomaticamente e politicamente, levando o país a condições muito adversas, mas, no entanto, ainda as condições para invadir ainda não foram criadas".

"Em outros países do Oriente Médio, no norte da África, foi criada uma situação de verdadeiro desastre de guerra civil ou invasão mercenária, que não existe aqui na Venezuela", afirmou.

"É conveniente para os EUA agitar toda a região? É conveniente para eles realizarem essa aventura militar na região que sempre chamaram de 'quintal', onde não poderiam ter controle sobre as conseqüências que isso geraria, e especialmente quando alguns espaços geopolíticos começam a mudar negativamente para eles?", questionou ele.

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