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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

'EUA buscam motivar golpe de Estado na Venezuela', diz especialista

O analisa internacional, Basem Tajeldine, comentou à Sputnik sobre os relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, teria promovido em reuniões uma invasão militar na Venezuela.


Sputnik

Em 4 de julho, a agência de notícias AP publicou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promoveu a ideia de uma invasão militar na Venezuela em várias reuniões. A Sputnik consultou o analista internacional Basem Tajeldine, que assegurou que isso diz respeito a "uma chantagem que busca motivar uma desestabilização interna e motivar um golpe de estado".

Partidários do presidente Nicolás Maduro protestam contra as políticas norte-americanas em Caracas
Protestos na Venezuela em apoio a Nicolás Maduro © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

"Eu não acho que a nota da AP seja um fato isolado […] isso pode ser parte das pressões para motivar uma desestabilização interna de nossas Forças Armadas, mas que os EUA vão diretamente para uma agressão, eu vejo isso como descartado por enquanto", ele explicou.

O artigo faz referência a em uma reunião no Salão Oval em agosto de 2017, em que Trump teria perguntado por que não invadir a Venezuela. "A pergunta surpreendeu os presentes na reunião, que explicaram as desvantagens de tal decisão", informou o artido.

Em uma entrevista coletiva em 11 de agosto, Trump disse que não descartava uma "opção militar". O presidente proporia o plano militar em mais outras duas ocasiões, um deles ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que garantiu que "uma invasão teria apoio zero na região".

Tajeldine explicou que os EUA têm "asfixiado a Venezuela economicamente, diplomaticamente e politicamente, levando o país a condições muito adversas, mas, no entanto, ainda as condições para invadir ainda não foram criadas".

"Em outros países do Oriente Médio, no norte da África, foi criada uma situação de verdadeiro desastre de guerra civil ou invasão mercenária, que não existe aqui na Venezuela", afirmou.

"É conveniente para os EUA agitar toda a região? É conveniente para eles realizarem essa aventura militar na região que sempre chamaram de 'quintal', onde não poderiam ter controle sobre as conseqüências que isso geraria, e especialmente quando alguns espaços geopolíticos começam a mudar negativamente para eles?", questionou ele.

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