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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

EUA pretendem desenvolver tecnologias do futuro para se contrapor à Rússia e China

Os Estados Unidos devem criar "máquinas revolucionárias de guerra" para manter sua liderança contra a Rússia e a China, que "rapidamente transformaram as forças de seus Exércitos do estilo soviético a um pesadelo de alta tecnologia", disse o secretário do Exército dos EUA, Mark Esper.


Sputnik

Desde 2001, o Pentágono se concentra em combater às insurgências, particularmente no Iraque e no Afeganistão.

Interceptor de mísseis lançado do cruzador USS Lake Erie da Marinha dos EUA perto do Havaí
© AFP 2018 / Marinha dos EUA

Os projetos de alta tecnologia foram suspensos devido à necessidade de financiar as campanhas militares de menor intensidade nesses países, que "se tornaram as mais longas guerras já realizadas pelos EUA", escreve Tom Roeder em seu artigo publicado no site Military.com.

Hoje, no caminho para tirar suas forças do Afeganistão e com o enfraquecimento de tais grupos terroristas como o Daesh e a Al-Qaeda (organizações terroristas proibidas em vários países, incluindo a Rússia), o Exército norte-americano se concentra na rivalidade entre as grandes potências, qualificadas como "inimigos ao estilo da Guerra Fria", pelo autor.

Para manter sua supremacia, os EUA deveriam se concentrar em substituir a maioria dos equipamentos usados até agora, como o tanque M1 Abrams, o obus Paladin e até o popular fuzil de assalto M-16, destaca Esper.

O Pentágono está preocupado pela proeza militar demonstrada pela Rússia em suas operações militares e manobras em grande escala, bem como pela crescente potência militar da China, especialmente em relação a porta-aviões e à capacidade de ameaçar os satélites.

A resposta americana seria intensificar os gastos em armas de alta tecnologia, algo que definitivamente manterá ou até mesmo aumentará o orçamento militar dos EUA, que atualmente representa 35% de todos os gastos militares no planeta.

Ademais, Esper explicou que o comando militar estadunidense planeja incorporar veículos robóticos terrestres (um setor bem desenvolvido pela Rússia), mísseis hipersônicos (que já se encontram na fase de testes na Rússia e China) e lasers antiaéreos que estão em desenvolvimento nas três potências.

Ao mesmo tempo, o artigo reconhece que, antes do apogeu das guerras contra insurgência nos EUA, o Pentágono tinha vários programas caros de armas do futuro que resultaram em nada.

O Exército admite os erros do passado e espera que essa nova onda de projetos tenha mais sucesso.

As autoridades militares dos EUA acreditam que "o futuro da guerra será decidido por engenheiros e empresários, e cada ideia de Washington tem sua contrapartida na Rússia e na China".

"Quem vencer esta corrida terá uma letalidade inigualável no campo de batalha nos próximos anos, e os EUA não podem se dar ao luxo de perdê-la", alertou Esper.

Ao ver quanto dinheiro o Pentágono necessita atualmente para combater forças irregulares e exércitos incomparavelmente inferiores, pode-se ter certeza sobre o destino do orçamento militar dos EUA.

Além disso, muitos empresários poderiam optar por investir em valores de maiores empresas militares do país.

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