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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

'Extremamente descontente': China ataca cooperação militar entre EUA e Taiwan

Pequim está "extremamente descontente" com o plano dos Estados Unidos de desenvolver cooperação militar com Taiwan e alerta Washington que ação pode desestabilizar a região, disse o porta-voz da chancelaria chinesa, Geng Shuang, nesta quarta-feira (25).


Sputnik

Em maio, o Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA publicou um relatório sobre o orçamento de defesa do próximo ano, que incluía uma seção sobre o fortalecimento da cooperação militar com Taiwan, inclusive exercícios militares conjuntos e venda de armas, aumentando a presença militar dos EUA no Mar da China Oriental. O Senado aprovou o projeto em junho, mas o documento ainda deve passar pelo crivo da Câmara dos Deputados.

Soldados da Academia Militar de Taiwan durante desfile
Militares taiwaneses © AFP 2018 / SAM YEH

"A China está extremamente descontente e aponta um forte protesto contra as disposições acima mencionadas relativas ao PRC [República Popular da China, nome formal do país] no plano dos EUA para os gastos de defesa para o ano fiscal de 2019", disse Geng em uma entrevista coletiva..

Segundo o porta-voz, se o projeto for aprovado, isso prejudicará a confiança e a cooperação entre a China e Estados Unidos, ao mesmo tempo em que ameaça a estabilidade no Estreito de Taiwan.

"A China exorta os Estados Unidos a abandonar a mentalidade da Guerra Fria e o princípio de um 'jogo de soma zero' ao remover o conteúdo negativo em questão do documento para apoiar o desenvolvimento de relações bilaterais interestatais e não interferir nele", acrescentou Geng.

Taiwan, situada em um grupo de ilhas a sudoeste da China continental, deixou de fazer parte do estado chinês em 1949. Embora os contatos comerciais e não-oficiais entre os dois lados tenham sido retomados no final dos anos 80, a China recusa relações diplomáticas com qualquer país que reconheça Taiwan como um Estado.

Os Estados Unidos estão entre os países que não reconhecem Taiwan como um estado independente. O governo dos EUA declarou que encerraria todos os laços políticos com Taiwan após o comunicado conjunto de 1979, mas continuaria a manter relações econômicas e culturais através do Instituto Americano em Taiwan.

Em 2015, o então presidente Barack Obama aprovou um pacote de venda de armas para Taiwan no valor de US$ 1,83 bilhão, enquanto seu sucessor, Donald Trump, assinou o Taiwan Travel Act, permitindo que autoridades dos EUA viajassem para a ilha e visitassem as autoridades de Taiwan.

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