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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

General sírio aposentado: Damasco pode tomar Colinas de Golã de Tel Aviv

O comando sírio chegou a um acordo com os agrupamentos de terroristas remanescentes na província de Quneitra quanto à sua retirada para Idlib, no norte do país, segundo a agência nacional síria SANA.


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A agência relata que o acordo prevê que a parte dos militantes que recusou a reconciliação seja retirada, os restantes passarão por um processo de reabilitação e recuperação de sua situação pessoal. Por sua vez, as forças governamentais devem recuperar o controle sobre todo o território da província de Quneitra, tal como era antes do conflito na Síria em 2011.

Soldados israelenses nas Colinas de Golã, perto da fronteira com a Síria, foto de arquivo
Tropas israelenses nas Colinas de Golã © REUTERS / Ronen Zvulun

O general de brigada aposentado sírio Ali Maqsoud disse à Sputnik Árabe que, depois de mandar os terroristas que não concordaram com o acordo ao norte do país, o exército restaurará as fronteiras com Israel de 2011.

"Depois disso, podemos negociar com Israel, incluindo sobre o retorno das Colinas de Golã a Damasco. Agora, no sul da Síria, a vantagem está do lado de Damasco e não de Tel Aviv", disse.

Segundo ele, depois do fracasso do plano de criar uma zona tampão no sul da Síria, os israelenses perderam a possibilidade de pressionar Damasco. Este é um momento favorável para esta alcançar seus próprios objetivos. A Síria quer recuperar todas as suas terras, e não importa quando exatamente elas foram ocupadas.

O militar aposentado observou que o governo sírio não interfere quando Israel ajuda terroristas a deixar Quneitra por caminhos e corredores secretos.

"Para o exército agora o importante é libertar toda a província e estabelecer seu controle. É bom que isso aconteça com uma destruição mínima de infraestruturas e edifícios", explicou Maqsoud.

As Colinas de Golã é um território disputado no Oriente Médio que fazia parte da Síria até 1967. A área foi capturada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias. As Colinas de Golã são consideradas o celeiro de Israel, onde são plantados trigo, algodão, azeitonas, tomates, amêndoas e plantas subtropicais.

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