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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

General sírio aposentado: Damasco pode tomar Colinas de Golã de Tel Aviv

O comando sírio chegou a um acordo com os agrupamentos de terroristas remanescentes na província de Quneitra quanto à sua retirada para Idlib, no norte do país, segundo a agência nacional síria SANA.


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A agência relata que o acordo prevê que a parte dos militantes que recusou a reconciliação seja retirada, os restantes passarão por um processo de reabilitação e recuperação de sua situação pessoal. Por sua vez, as forças governamentais devem recuperar o controle sobre todo o território da província de Quneitra, tal como era antes do conflito na Síria em 2011.

Soldados israelenses nas Colinas de Golã, perto da fronteira com a Síria, foto de arquivo
Tropas israelenses nas Colinas de Golã © REUTERS / Ronen Zvulun

O general de brigada aposentado sírio Ali Maqsoud disse à Sputnik Árabe que, depois de mandar os terroristas que não concordaram com o acordo ao norte do país, o exército restaurará as fronteiras com Israel de 2011.

"Depois disso, podemos negociar com Israel, incluindo sobre o retorno das Colinas de Golã a Damasco. Agora, no sul da Síria, a vantagem está do lado de Damasco e não de Tel Aviv", disse.

Segundo ele, depois do fracasso do plano de criar uma zona tampão no sul da Síria, os israelenses perderam a possibilidade de pressionar Damasco. Este é um momento favorável para esta alcançar seus próprios objetivos. A Síria quer recuperar todas as suas terras, e não importa quando exatamente elas foram ocupadas.

O militar aposentado observou que o governo sírio não interfere quando Israel ajuda terroristas a deixar Quneitra por caminhos e corredores secretos.

"Para o exército agora o importante é libertar toda a província e estabelecer seu controle. É bom que isso aconteça com uma destruição mínima de infraestruturas e edifícios", explicou Maqsoud.

As Colinas de Golã é um território disputado no Oriente Médio que fazia parte da Síria até 1967. A área foi capturada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias. As Colinas de Golã são consideradas o celeiro de Israel, onde são plantados trigo, algodão, azeitonas, tomates, amêndoas e plantas subtropicais.

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