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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

General ucraniano: defesa antiaérea do país se encontra em estado deplorável

O sistema ucraniano de defesa antiaérea se encontra em estado deplorável porque a maioria dos mísseis é produzida na Rússia, e os demais estão sendo retirados de serviço, escreveu em seu blog no portal Obozrevatel Dmitry Umanets, tenente-geral na reserva das Forças Armadas da Ucrânia.


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Para o militar, o sistema de defesa antiaérea da Ucrânia tem certo potencial que, em primeiro lugar, consiste na presença de sistemas de mísseis antiaéreos Buk-M1.

Sistema ucraniano de mísseis Buk-M1
Sistema antiaéreo ucraniano Buk M1 © Foto: Ministério da Defesa da Ucrânia

Ao mesmo tempo, ele observou que toda a produção dos sistemas de defesa antiaérea e a respectiva base científica permanecem na Rússia. As autoridades de Kiev não têm pressa nem mesmo em reparar os sistemas existentes.

Além disso, o militar ucraniano acrescentou que há problemas com o abastecimento de munições. Em particular, os mísseis para o S-300 são fabricados na Rússia e os mísseis para o S-125 foram retirados de serviço na Ucrânia. Não há munições para o S-200 no país.

"Quanto aos mísseis, usamos o parque antigo, que permaneceu nas bases e armazéns", disse Umanets.

Ele também observou que nos últimos anos as empresas ucranianas conseguiram recuperar um quarto do parque de lança-mísseis Buk-M1, portanto é possível também começar a produzir mísseis no país.

Recentemente, o tenente-general ucraniano Igor Romanenko exigiu que o país desenvolva mísseis capazes de atingir Moscou e São Petersburgo. Ele inclusive propôs a conclusão do desenvolvimento dos mísseis Garpun e Grom-2, de modo que seu alcance atingisse milhares de quilômetros.

No obstante, o general reconheceu que Kiev terá problemas com a implementação de tais programas devido às restrições internacionais — o alcance máximo permitido de um míssil terra-terra é de 300 quilômetros.

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