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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

General: últimos ataques contra Síria foram devidos ao sucesso das forças governamentais

O general de brigada aposentado sírio Ali Maqsoud disse à Sputnik Árabe que existe uma relação direta entre o ataque terrorista na cidade de Sweida de 25 de julho e o abate do avião sírio por mísseis israelenses.


Sputnik

Para Maqsoud, ambos os ataques foram causados pelos sucessos do exército sírio. Quanto ao ataque contra o avião sírio, Israel visou proteger os terroristas e reivindicar o direito aos territórios ocupados. Devido ao massivo ataque terrorista, os norte-americanos agora têm motivo para permanecer na Síria.

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Sweida, Síria © Ronen Zvulun/Reuters

"Os EUA estabeleceram uma base na região de Al-Tanf [faz fronteira com a província de Sweida] para treinamento de dezenas de milhares de terroristas. São eles que estiveram por trás do ataque do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia] de 25 de julho. Agora os EUA têm um pretexto para permanecer na Síria. Ou seja, eles deram uma vantagem aos terroristas para poderem permanecer na Síria", declarou ele.

Quanto ao incidente com Israel, tudo começou com a evacuação dos Capacetes Brancos.

"Durante a operação de evacuação dos Capacetes Brancos da Síria, os israelenses evacuaram também os chefes do Daesh. Havia grande medo de que eles fossem capturados pelos sírios e que nas mãos dos sírios caíssem as provas de que guerra contra Assad foi apoiada não apenas por Israel, mas também pelo Reino Unido, EUA, Holanda, Dinamarca e mesmo o Japão", explicou Maqsoud.

O general aposentado sublinhou que Israel lançou a evacuação dos Capacetes Brancos a pedido desta organização e de seus patrocinadores, porque os países ocidentais receavam que os Capacetes Brancos permanecessem na Síria e desvendassem todos os segredos dos seus "espetáculos sobre ataques químicos".

Entretanto, Israel não permitiu que todos os terroristas atravessassem sua fronteira. Parte dos radicais deverá ser usada para “missões locais”, como a realização de ataques terroristas. Maqsoud está seguro que os terroristas vão fazê-lo em desespero, porque no campo de batalha eles estão destinados a perder e ninguém já pode ou os quer ajudar.

Em 25 de julho, os ataques terroristas do Daesh na província síria de Sweida tiraram a vida de mais de 210 pessoas – o número de feridos ultrapassa os 200. Um dia antes, o Exército de Israel anunciou ter abatido um avião militar Sukhoi pertencente à Força Aérea da Síria, afirmando que este entrou 2 quilômetros no espaço aéreo israelense.

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