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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

General: últimos ataques contra Síria foram devidos ao sucesso das forças governamentais

O general de brigada aposentado sírio Ali Maqsoud disse à Sputnik Árabe que existe uma relação direta entre o ataque terrorista na cidade de Sweida de 25 de julho e o abate do avião sírio por mísseis israelenses.


Sputnik

Para Maqsoud, ambos os ataques foram causados pelos sucessos do exército sírio. Quanto ao ataque contra o avião sírio, Israel visou proteger os terroristas e reivindicar o direito aos territórios ocupados. Devido ao massivo ataque terrorista, os norte-americanos agora têm motivo para permanecer na Síria.

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Sweida, Síria © Ronen Zvulun/Reuters

"Os EUA estabeleceram uma base na região de Al-Tanf [faz fronteira com a província de Sweida] para treinamento de dezenas de milhares de terroristas. São eles que estiveram por trás do ataque do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia] de 25 de julho. Agora os EUA têm um pretexto para permanecer na Síria. Ou seja, eles deram uma vantagem aos terroristas para poderem permanecer na Síria", declarou ele.

Quanto ao incidente com Israel, tudo começou com a evacuação dos Capacetes Brancos.

"Durante a operação de evacuação dos Capacetes Brancos da Síria, os israelenses evacuaram também os chefes do Daesh. Havia grande medo de que eles fossem capturados pelos sírios e que nas mãos dos sírios caíssem as provas de que guerra contra Assad foi apoiada não apenas por Israel, mas também pelo Reino Unido, EUA, Holanda, Dinamarca e mesmo o Japão", explicou Maqsoud.

O general aposentado sublinhou que Israel lançou a evacuação dos Capacetes Brancos a pedido desta organização e de seus patrocinadores, porque os países ocidentais receavam que os Capacetes Brancos permanecessem na Síria e desvendassem todos os segredos dos seus "espetáculos sobre ataques químicos".

Entretanto, Israel não permitiu que todos os terroristas atravessassem sua fronteira. Parte dos radicais deverá ser usada para “missões locais”, como a realização de ataques terroristas. Maqsoud está seguro que os terroristas vão fazê-lo em desespero, porque no campo de batalha eles estão destinados a perder e ninguém já pode ou os quer ajudar.

Em 25 de julho, os ataques terroristas do Daesh na província síria de Sweida tiraram a vida de mais de 210 pessoas – o número de feridos ultrapassa os 200. Um dia antes, o Exército de Israel anunciou ter abatido um avião militar Sukhoi pertencente à Força Aérea da Síria, afirmando que este entrou 2 quilômetros no espaço aéreo israelense.

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