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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Governo do Irã diz que diálogo com EUA só ocorrerá se Washington retornar a acordo nuclear

Para abrir o caminho a novas negociações com Teerã, os Estados Unidos devem voltar primeiro para o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), também conhecido como acordo nuclear iraniano, segundo afirmou uma fonte do governo da república islâmica nesta segunda-feira.


Sputnik

"Retornar ao JCPOA é uma condição obrigatória para o diálogo [entre EUA e Irã]", afirmou Hamid Aboutalebi, conselheiro do presidente Hassan Rouhani, respondendo a declarações anteriores do presidente norte-americano, Donald Trump.

Parlamentares iranianos queimam papeis com a bandeira norte-americana e a cópia do acordo nuclear após a decisão de Trump de sair do acordo, em 9 de maio
Parlamentares iranianos © AP Photo

Mais cedo, o chefe de Estado dos EUA afirmou que estava pronto para encontrar os líderes iranianos, sem qualquer condição prévia, assim que eles quisessem, pois acreditava em encontros, sobretudo quando há a possibilidade de uma guerra em jogo.

Na última semana, Trump e Rouhani trocaram ameaças bastante sérias, com o governante americano prometendo que o Irã sofreria consequências do tipo que poucos, na história, há haviam sofrido.

Em maio, Trump anunciou a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear iraniano, assinado em 2015, em Viena, por Teerã e membros do grupo conhecido como P5+1, formado por EUA, Reino Unido, China, Rússia e Alemanha. Segundo ele, o acordo não era bom o suficiente e também poderia não estar sendo respeitado por parte dos iranianos, apesar das provas fornecidas pelo país e das avaliações de especialistas internacionais. Ao deixar o JCPOA, Washington adotou novamente uma série de sanções contra o Irã, que haviam sido retiradas diante da promessa de Teerã de manter a natureza pacífica de seu programa nuclear.

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