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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

Imprensa norte-americana nomeia arma russa que deixará OTAN 'indefesa'

Após comparar o sistema tático operacional Iskander com as capacidades do sistema de defesa antimíssil da OTAN na Europa, a edição norte-americana Military Watch chegou à conclusão que a aliança não teria nada a contrapor à arma russa.


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"Ao levar em conta a experiência de uso em combate dos sistemas Patriot, estes dificilmente seriam capazes de interceptar os Iskander, sendo assim, as instalações da OTAN ficarão praticamente sem qualquer proteção perante o sistema russo", assinalaram os autores do artigo.

Sistema de mísseis Iskander
Sistema de mísseis Iskander © REUTERS / Sergei Karpukhin

Os especialistas reforçaram sua conclusão com os recentes resultados do uso dos sistemas Patriot no Iêmen, onde o sistema norte-americano se mostrou extremamente ineficaz contra o míssil R-17, utilizado por rebeldes houthis.

O R-17 (Scud B em classificação da OTAN) foi adotado em serviço em 1962 e, segundo os autores da matéria, é uma arma muito mais simples que os Iskander.

De acordo com o artigo, a adoção dos sistemas Iskander ao serviço tinha causado preocupações por parte dos aliados europeus dos EUA. A chefia militar sueca alegou que as tropas russas, utilizando estas armas, poderiam destruir rapidamente as instalações militares e aeródromos do país, assegurando sua vantagem em caso de um possível conflito.

Enquanto isso, os autores assinalaram que o posicionamento dos Iskander no oeste na Rússia permitirá ao exército do país atingir praticamente qualquer ponto no norte da Europa.

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