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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Irã diz que vai fabricar ou atualizar até 800 tanques de batalha

O vice-ministro da Defesa do Irã, Reza Mozaffarinia, disse que Teerã tem planos de fabricar ou atualizar 700 a 800 tanques de batalha.


Forças Terrestres

Em comentários citados em 18 de julho pela agência de notícias Tasnim, do Irã, Mozaffarinia não especificou o tipo de tanques a que se referia ou quantos seriam construídos recentemente, em comparação com quantos seriam atualizados.

MBT Karrar, do Irã
MBT Karrar, versão iraniana modernizada do tanque russo T-72S

Ele também não mencionou um cronograma para a conclusão do projeto.

“Anualmente, há 50 a 60 tanques fabricados e um orçamento suficiente foi alocado porque o exército e a Guarda Revolucionária têm uma grande necessidade”, disse Mozaffarinia.

Os Estados Unidos e as potências europeias há muito buscam frear o programa de mísseis balísticos do Irã.

Mas as forças militares convencionais do Irã são consideradas mais fracas do que seu principal rival regional, a Arábia Saudita.

De acordo com o World Factbook da CIA, o gasto militar do Irã como porcentagem do PIB foi de 2,69% em 2015, enquanto o da Arábia Saudita foi de 9,86% em 2016.

Em um relatório de dezembro, o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos previu que o Irã iria modernizar e reequilibrar suas forças convencionais “para refletir as lições aprendidas na Síria”.

Forças iranianas lutam na Síria desde 2012 em apoio ao governo do presidente Bashar al-Assad.

FONTE: Radio Free Europe

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