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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Israel ameaça Gaza com 'operação militar grande e dolorosa'

O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, alertou sobre uma possível "grande e dolorosa" operação militar na Faixa de Gaza, acusando o Hamas de provocá-la.


Sputnik

Por meio da força militar, sanções econômicas e ameaças verbais, os israelenses estão tentando impedir os islamistas de lançarem balões e pipas com dispositivos incendiários que causam inúmeras queimadas em áreas da fronteira do Estado judeu.

Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza (foto de arquivo)
Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza © AP Photo / Baz Ratner

"Os jornais escrevem que as guerras não começam por causa de pipas e incêndios, mas qualquer pessoa sã que veja um bosque ou milhares de dunums [unidade de medida de área] de terras agrícolas, concordará que essa situação é anormal", disse Lieberman aos repórteres durante viagens à cidade fronteiriça de Sderot.

"Os líderes do Hamas estão nos levando a uma situação em que não teremos escolha quando tivermos que conduzir uma operação militar grande e dolorosa", advertiu.

O ministro avisou que a nova campanha poderia ultrapassar o âmbito e as consequências da última grande operação em Gaza, que há quatro anos atrás tirou a vida de mais de 2 mil palestinos e 70 israelenses.

Ele orientou os moradores do enclave a exercer pressão sobre seus governantes e forçá-los a parar de provocar incêndios e distúrbios nas fronteiras.

Respondendo a uma pergunta de um dos jornalistas, Lieberman deixou claro que Israel não conduz negociações diretas com o Hamas sobre a Faixa de Gaza, mas está em contato com todas as "partes relevantes", incluindo o Egito e o enviado especial da ONU para o Oriente Médio, Nikolai Mladenov, que, segundo a mídia, está tentando neutralizar a situação.

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