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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Israel quer comprar mais caças F-15 no lugar de mais F-35

Israel negocia compra US$ 11 bilhões em aeronaves da Boeing


Poder Aéreo

Israel está considerando a compra de novos aviões de combate F-15 para a Força Aérea, como parte do maior acordo de defesa na história do país.

F-15I
F-15I

O negócio com a fabricante de aeronaves Boeing, no valor de US $ 11 bilhões, deve incluir três componentes principais: uma frota de caças, uma frota de helicópteros de transporte e aviões-tanque de reabastecimento aéreo. Os dois últimos componentes são especialmente críticos porque os atuais helicópteros de transporte e aviões de reabastecimento da Força Aérea de Israel estão extremamente desatualizados e exigem uma substituição imediata.

Semelhante aos acordos de aquisição de aeronaves anteriores nas últimas décadas, Israel usará ajuda de defesa americana para pagar pelas frotas. Espera-se que o acordo seja distribuído ao longo de aproximadamente 10 anos, a partir do momento em que o acordo é assinado e até a última aeronave ser entregue a Israel.

O Ministério da Defesa e as IDF têm trabalhado para concluir este acordo por algum tempo. O principal ponto de debate envolveu a questão de comprar ou não cada componente de um fabricante diferente ou de todos os três da mesma empresa – o que, em última análise, veio com melhores condições de pagamento, fornecimento e manutenção.

Até recentemente, os oficiais das IDF acreditavam que o F-35 seria o último caça tripulado israelense a ser comprado, tanto para preservar a vantagem qualitativa da Força Aérea sobre outros países da região quanto para minimizar os tipos de aviões que teria que operar – reduzindo despesas operacionais. No entanto, houve uma mudança de política e agora o plano é comprar outro esquadrão de F-15 avançados, como parte do acordo geral com a Boeing.

O jato, desenvolvido a partir do F-15 original, será completamente novo e será conhecido como o F-15IA (um acrônimo para Israel Advanced).

FONTE: Israel Hayom

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