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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Marinha Chinesa planeja instalar ‘railgun’ eletromagnético em destróier

A Marinha Chinesa planeja equipar com um canhão eletromagnético um segundo tipo de navio de guerra de superfície, antes que a Marinha dos Estados Unidos coloque uma arma desse tipo em um navio, segundo um relatório de inteligência dos EUA citado pela CNBC na semana passada.


Poder Naval

Em fevereiro, a Marinha do Exército de Libertação Popular (PLA Navy) tornou-se a primeira marinha do mundo a instalar um canhão eletromagnético (“Railgun”) em um navio de desembarque anfíbio.

Railgun chinês
Railgun chinês instalado em um navio de desembarque anfíbio

De acordo com um relatório de inteligência dos EUA, cujas seções vazaram para a CNBC na semana passada, a China deve instalar a arma em um destróier até 2025. Isso, de acordo com site Task and Purpose, seria “um grande golpe estratégico” para Pequim.

Por quase uma década, o Office of Naval Research (ONR) da Marinha dos EUA e várias empresas trabalharam para desenvolver um sistema railgun para navios dos EUA. Uma arma protótipo foi fabricada pela BAE Systems. Testes no Centro Naval de Guerra da Superfície da Marinha dos EUA em Dahlgren, Virgínia, foram considerados tão bem sucedidos que a Marinha estava planejando realizar mais testes da arma no mar a bordo de um navio Joint High Speed Vessel (JHSV).

O programa prometia entregar uma arma que poderia disparar projéteis em velocidades superiores a Mach 7, com um alcance que ultrapassava 100 milhas. O projétil de hipervelocidade de 23 libras (10,4 kg) projetado pelo railgun à Mach 7 tem 32 megajoules de energia – aproximadamente equivalente à energia necessária para acelerar um objeto pesando 1.000 quilos (1,1 toneladas americanas) a 252 metros por segundo (566 milhas por hora).

Mas o programa foi engavetado devido aos problemas orçamentários em curso do Departamento de Defesa e à perda de interesse no Escritório de Capacidades Estratégicas do DOD no financiamento de um maior desenvolvimento.

A China claramente observou o programa dos EUA com interesse, e a PLA Navy começou a trabalhar em seu próprio sistema de armas eletromagnéticas há cerca de cinco anos, de acordo com a fonte Dafeng Cao.

O navio de desembarque anfíbio (LST) Haiyang Shan foi equipado com contêineres dotados do hardware necessário para gerar as altas tensões exigidas por um railgun.

Esse sistema de energia dedicado é essencial, porque mesmo os navios de guerra chineses modernos não têm capacidade de geração elétrica para alimentar um railgun. Na verdade, apenas os destróieres de classe Zumwalt da Marinha dos EUA têm capacidade de geração suficiente de energia, uma vez que foram projetados pensando em empregar armas de alta energia no futuro.

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