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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Marinha Chinesa planeja instalar ‘railgun’ eletromagnético em destróier

A Marinha Chinesa planeja equipar com um canhão eletromagnético um segundo tipo de navio de guerra de superfície, antes que a Marinha dos Estados Unidos coloque uma arma desse tipo em um navio, segundo um relatório de inteligência dos EUA citado pela CNBC na semana passada.


Poder Naval

Em fevereiro, a Marinha do Exército de Libertação Popular (PLA Navy) tornou-se a primeira marinha do mundo a instalar um canhão eletromagnético (“Railgun”) em um navio de desembarque anfíbio.

Railgun chinês
Railgun chinês instalado em um navio de desembarque anfíbio

De acordo com um relatório de inteligência dos EUA, cujas seções vazaram para a CNBC na semana passada, a China deve instalar a arma em um destróier até 2025. Isso, de acordo com site Task and Purpose, seria “um grande golpe estratégico” para Pequim.

Por quase uma década, o Office of Naval Research (ONR) da Marinha dos EUA e várias empresas trabalharam para desenvolver um sistema railgun para navios dos EUA. Uma arma protótipo foi fabricada pela BAE Systems. Testes no Centro Naval de Guerra da Superfície da Marinha dos EUA em Dahlgren, Virgínia, foram considerados tão bem sucedidos que a Marinha estava planejando realizar mais testes da arma no mar a bordo de um navio Joint High Speed Vessel (JHSV).

O programa prometia entregar uma arma que poderia disparar projéteis em velocidades superiores a Mach 7, com um alcance que ultrapassava 100 milhas. O projétil de hipervelocidade de 23 libras (10,4 kg) projetado pelo railgun à Mach 7 tem 32 megajoules de energia – aproximadamente equivalente à energia necessária para acelerar um objeto pesando 1.000 quilos (1,1 toneladas americanas) a 252 metros por segundo (566 milhas por hora).

Mas o programa foi engavetado devido aos problemas orçamentários em curso do Departamento de Defesa e à perda de interesse no Escritório de Capacidades Estratégicas do DOD no financiamento de um maior desenvolvimento.

A China claramente observou o programa dos EUA com interesse, e a PLA Navy começou a trabalhar em seu próprio sistema de armas eletromagnéticas há cerca de cinco anos, de acordo com a fonte Dafeng Cao.

O navio de desembarque anfíbio (LST) Haiyang Shan foi equipado com contêineres dotados do hardware necessário para gerar as altas tensões exigidas por um railgun.

Esse sistema de energia dedicado é essencial, porque mesmo os navios de guerra chineses modernos não têm capacidade de geração elétrica para alimentar um railgun. Na verdade, apenas os destróieres de classe Zumwalt da Marinha dos EUA têm capacidade de geração suficiente de energia, uma vez que foram projetados pensando em empregar armas de alta energia no futuro.

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