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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Mídia revela que míssil hipersônico russo Kinzhal está pronto para combate

O míssil russo Kinzhal vai entrar em serviço até 2020, e por enquanto está sendo testado com sucesso, informa o canal CNBC com referência a fontes próximas da inteligência norte-americana.


Sputnik

Conforme o canal, os novíssimos mísseis já foram testados 12 vezes nos caças MiG-31, e agora estão em curso trabalhos para adaptar o míssil para os bombardeiros. Mais cedo, uma fonte na indústria de defesa disse à Sputnik que os mísseis hipersônicos Kinzhal serão instalados nos bombardeiros de longo alcance Tu-22M3.

Caça MiG-31 armado con o míssil hipersônico Kinzhal
MiG 31 armado com míssil hipersônico Kinzhal © Sputnik / Ilia Pitalev

O CNBC relata sobre três testes bem-sucedidos do míssil, os últimos dos quais foram realizados em julho, quando o míssil atingiu o alvo à distância de cerca de 800 quilômetros.

Anteriormente, o canal de televisão publicou uma matéria, segundo a qual as armas hipersônicas Avangard também estarão prontas até 2020.

Entretanto, o Pentágono já várias vezes expressou preocupação com a impossibilidade de interceptar os mísseis hipersônicos. Em particular, isso foi apontado durante as audições do Senado pelo chefe do Comando Estratégico do Departamento de Defesa dos EUA, general John E. Hyten.

Além disso, na mídia apareceu uma informação sobre os problemas da defesa antimíssil norte-americana. Por exemplo, o diário The New York Times escreveu que em 2017 na Arábia Saudita os mísseis Patriot não conseguiram sequer interceptar o míssil balístico tático R-11 (Scud) elaborado nos meados do século 20.

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