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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Mídia revela que míssil hipersônico russo Kinzhal está pronto para combate

O míssil russo Kinzhal vai entrar em serviço até 2020, e por enquanto está sendo testado com sucesso, informa o canal CNBC com referência a fontes próximas da inteligência norte-americana.


Sputnik

Conforme o canal, os novíssimos mísseis já foram testados 12 vezes nos caças MiG-31, e agora estão em curso trabalhos para adaptar o míssil para os bombardeiros. Mais cedo, uma fonte na indústria de defesa disse à Sputnik que os mísseis hipersônicos Kinzhal serão instalados nos bombardeiros de longo alcance Tu-22M3.

Caça MiG-31 armado con o míssil hipersônico Kinzhal
MiG 31 armado com míssil hipersônico Kinzhal © Sputnik / Ilia Pitalev

O CNBC relata sobre três testes bem-sucedidos do míssil, os últimos dos quais foram realizados em julho, quando o míssil atingiu o alvo à distância de cerca de 800 quilômetros.

Anteriormente, o canal de televisão publicou uma matéria, segundo a qual as armas hipersônicas Avangard também estarão prontas até 2020.

Entretanto, o Pentágono já várias vezes expressou preocupação com a impossibilidade de interceptar os mísseis hipersônicos. Em particular, isso foi apontado durante as audições do Senado pelo chefe do Comando Estratégico do Departamento de Defesa dos EUA, general John E. Hyten.

Além disso, na mídia apareceu uma informação sobre os problemas da defesa antimíssil norte-americana. Por exemplo, o diário The New York Times escreveu que em 2017 na Arábia Saudita os mísseis Patriot não conseguiram sequer interceptar o míssil balístico tático R-11 (Scud) elaborado nos meados do século 20.

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