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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Mike Pompeo chega à Coreia do Norte para falar sobre fim do programa nuclear

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, foi recebido por Kim Yong-chol, braço direito do líder Kim Jong-un, ao chegar ao Aeroporto Internacional Sunan, em Pyongyang.


France Presse

O secretário americano de Estado, Mike Pompeo, chegou a Pyonagyang nesta sexta-feira (6) para discutir a eliminação das armas nucleares na Coreia do Norte, prevista na histórica cúpula entre o presidente Donald Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, é recebido por Kim Yong-chol, braço direito do líder Kim Jong-un, ao chegar ao Aeroporto Internacional Sunan, em Pyongyang, na Coreia do Norte (Foto: Andrew Harnik / Pool / via REUTERS)
O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, é recebido por Kim Yong-chol, braço direito do líder Kim Jong-un, ao chegar ao Aeroporto Internacional Sunan, em Pyongyang, na Coreia do Norte (Foto: Andrew Harnik / Pool / via REUTERS)

Segundo um grupo de jornalistas, o chefe da diplomacia americana foi recebido pelo chanceler Ri Yong-ho e por Kim Yong-chol, braço direito do líder norte-coreano.

Pompeo desembarcou no Aeroporto Internacional de Sunan após fazer uma escala na base americana de Yokosuka (Japão), informaram os veículos de imprensa americanos que viajam com ele.

Durante sua visita de dois dias, o chefe da diplomacia americana poderá apresentar aos norte-coreanos as primeiras sugestões sobre prazos e metodologia para o desmantelamento de seu programa nuclear.

Kim e o presidente dos EUA, Donald Trump, assinaram em Singapura, no dia 12 de junho, uma declaração onde o regime norte-coreano se comprometeu em trabalhar pela "desnuclearização total" se Washington garantir sua sobrevivência, embora no documento não apresente mais detalhes.

As reuniões que Pompeo realizará com autoridades norte-coreanas serão as primeiras conversas de alto nível desde a cúpula de Singapura.

O próprio secretário de Estado escreveu no Twitter antes de aterrissar que espera "continuar trabalhando para a desnuclearização definitiva e total" do regime de Pyongyang.

Pompeo chega à Coreia do Norte pouco depois de informações publicadas nos EUA, citando fontes da Inteligência nacional, que asseguram que Pyongyang não apenas seguiu enriquecendo urânio desde a cúpula de Singapura, mas que estaria tentando ocultar boa parte do seu arsenal e reservas.

A visita de Pompeo é considerada um primeiro teste para medir o verdadeiro alcance dos planos de desarmamento expressos pelo regime este ano.

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