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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Mísseis disparados da Síria caem no mar da Galileia, em Israel

Dois mísseis provenientes da Síria caíram nesta quarta-feira no mar da Galileia, no norte de Israel, sem deixar mortos ou feridos, segundo informou a mídia local.


Sputnik

"Dois mísseis lançados da Síria caíram no mar da Galileia. Foliões do verão que estavam aproveitando a água viram dois projéteis caindo do céu", disse a jornalista Noga Tarnopolsky, acrescentando que as unidades de artilharia das Forças de Defesa de Israel (IDF) responderam com um ataque a posições do Exército Sírio na zona de fronteira.

Vista aérea mostra o estuário do rio Jordão, no mar da Galileia, próximo ao assentamento comunitário de Karkom, norte de Israel (Arquivo)
Estuário do rio Jordão, no mar da Galiléia © AP Photo / Oded Balilty

Os mísseis teriam partido da parte sul das colinas de Golã, onde as forças leais ao presidente sírio, Bashar Assad, já recuperaram quase a totalidade das aldeias que se encontravam sob controle de grupos rebeldes armados.

De acordo com militares israelenses, o sistema de defesa antiaérea foi ativado logo após a identificação dos projéteis, mas não chegou a disparar mísseis interceptores.

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