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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Moscou: Instabilidade no Oriente Médio é resultado de aventuras militares da OTAN

A instabilidade na região do Oriente Médio é resultado de aventuras militares dos aliados da OTAN, disse a representante do ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


Sputnik

"A OTAN, notando a instabilidade na região do Oriente Médio e no Norte da África, bem como as ameaças que vêm dela, e expressando preocupação com o crescimento do terrorismo internacional, parece não perceber o fato da situação ser resultado de aventuras militares de membros desta aliança", disse Zakharova.

Soldados norte-americanos em centro da OTAN no Leste Europeu
Militares norte-americanos © AFP 2018 / Petras Malukas

Além disso, Zakharova afirmou que Moscou considera os exercícios militares Sea Breeze, envolvendo tropas dos Estados Unidos e da Ucrânia, uma tentativa de desestabilizar a situação no Mar Negro.

"Acreditamos que os exercícios são uma tentativa de provocar novas tensões. Neste caso, não apenas no sudeste da Ucrânia, mas no Mar Negro em geral", disse a diplomata.

Zakharova alertou que a responsabilidade por possíveis consequências negativas das manobras recai sobre os países que envolvem a Ucrânia em "jogos perigosos" e que não param de acusar a Rússia de supostamente ameaçar a estabilidade regional.

Os exercícios navais Sea Breeze começaram no dia 9 de julho na província ucraniana de Odessa e mobilizaram milhares de soldados de 19 países.

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