Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem espalhadas por Mossul

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem disseminadas na cidade de Mossul, a segunda mais importante do Iraque, um ano depois de ter sido libertada do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) pelo Exército iraquiano com o apoio das forças internacionais.


EFE

Genebra - Assim indica um estudo publicado nesta segunda-feira pela ONG suíça Handicap International (HI), especializada na atenção a pessoas descapacitadas por causa de conflitos, catástrofes ou situações de grave exclusão.

Resultado de imagem para mossul
Mossul, Iraque | Reprodução

A investigação feita por essa organização estabeleceu, por exemplo, que só no hospital de Al-Shifa de Mossul, há 1,5 mil restos de explosivos.

Entre outubro de 2016 e julho de 2017, mais de 1,7 mil ataques aéreos e 2,8 mil explosões afetaram a cidade, deixando uma quantidade sem precedentes de restos explosivos de guerra, aos quais se somaram as bombas artesanais plantadas como armadilha pelos jihadistas.

A HI lembra que ainda hoje os acidentes são vários e que há zonas inteiras da cidade que continuam inacessíveis, já que estão contaminadas por explosivos.

No último ano, a ONG registrou um total de 127 acidentes com explosivos que deixaram 186 vítimas na província de Ninawa, da qual Mossul é capital, um número que considera "muito abaixo da realidade".

O estudo adverte que as consequências para a população civil são graves, já que tais explosões podem causar lesões permanentes e amputações.

Além disso, a presença em massa de restos de explosivos na cidade impede que a população possa retomar uma vida normal depois de ter estado três anos sob domínio jihadista.

Segundo o estudo, em 15 de maio, 57% dos deslocados originais da província de Ninawa não tinham previsto voltar aos seus lares, sendo que 22% deles citavam a presença de explosivos como razão principal.

A ONG pediu à comunidade internacional que admita sua responsabilidade perante esta situação, gerada pela "desproporção dos ataques realizados e a importância das armadilhas que representam os explosivos improvisados e que fazem de Mossul uma das cidades mais minadas do mundo", indicou em comunicado.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas