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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem espalhadas por Mossul

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem disseminadas na cidade de Mossul, a segunda mais importante do Iraque, um ano depois de ter sido libertada do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) pelo Exército iraquiano com o apoio das forças internacionais.


EFE

Genebra - Assim indica um estudo publicado nesta segunda-feira pela ONG suíça Handicap International (HI), especializada na atenção a pessoas descapacitadas por causa de conflitos, catástrofes ou situações de grave exclusão.

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Mossul, Iraque | Reprodução

A investigação feita por essa organização estabeleceu, por exemplo, que só no hospital de Al-Shifa de Mossul, há 1,5 mil restos de explosivos.

Entre outubro de 2016 e julho de 2017, mais de 1,7 mil ataques aéreos e 2,8 mil explosões afetaram a cidade, deixando uma quantidade sem precedentes de restos explosivos de guerra, aos quais se somaram as bombas artesanais plantadas como armadilha pelos jihadistas.

A HI lembra que ainda hoje os acidentes são vários e que há zonas inteiras da cidade que continuam inacessíveis, já que estão contaminadas por explosivos.

No último ano, a ONG registrou um total de 127 acidentes com explosivos que deixaram 186 vítimas na província de Ninawa, da qual Mossul é capital, um número que considera "muito abaixo da realidade".

O estudo adverte que as consequências para a população civil são graves, já que tais explosões podem causar lesões permanentes e amputações.

Além disso, a presença em massa de restos de explosivos na cidade impede que a população possa retomar uma vida normal depois de ter estado três anos sob domínio jihadista.

Segundo o estudo, em 15 de maio, 57% dos deslocados originais da província de Ninawa não tinham previsto voltar aos seus lares, sendo que 22% deles citavam a presença de explosivos como razão principal.

A ONG pediu à comunidade internacional que admita sua responsabilidade perante esta situação, gerada pela "desproporção dos ataques realizados e a importância das armadilhas que representam os explosivos improvisados e que fazem de Mossul uma das cidades mais minadas do mundo", indicou em comunicado.

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