Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Por que caças F-22 estadunidenses não se aproximaram dos bombardeiros russos Tu-95?

O Ministério da Defesa da Rússia revelou as ações dos pilotos de caças F-22 da Força Aérea dos EUA, que acompanharam bombardeiros russos Tu-95 sobre águas neutras. O especialista em aviação, Viktor Pryadka, opinou por que os pilotos estadunidenses agiram de forma correta.


Sputnik

Segundo informa o jornal das Forças Armadas da Rússia, Krasnaya Zvezda, pilotos de caças F-22A da Força Aérea dos EUA se comportaram corretamente ao acompanhar bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS sobre águas neutras.

Bombardeiro estratégico russo Tu-95MS
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 © Sputnik / Anton Denisov

Mais anteriormente, Ministério da Defesa russo relatou que os bombardeiros Tu-95MS e aviões antinavio Tu-142 efetuaram voo planejado com sucesso sobre águas neutras, treinando reabastecimento no ar e sendo escoltados em uma parte da rota por dois caças estadunidenses.

Conforme os pilotos russos, os norte-americanos levaram em consideração que as tripulações da Rússia estavam efetuando voo em conformidade total com as regras internacionais, visto que os aviões dos EUA não chegaram a realizar nenhuma ação agressiva contra aeronaves russas.

Para comparar, aviões russos já foram escoltados anteriormente por quatro ou até cinco caças do Japão, dos EUA e da Coreia do Sul, em constante intercalação, mas desta vez foram só dois caças norte-americanos.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Viktor Pryadka explicou por que os norte-americanos se comportaram assim.

"Os caças F-22A são relativamente novos, acho que os pilotos têm pouca experiência e por isso efetuaram voo de treinamento, acostumando-se a ficar perto de aviões grandes, treinando o sistema de pontaria de seus mísseis e verificando equipamento radioeletrônico", ressaltou.

Para ele, os norte-americanos, assim que recebem sinal de que aviões russos estão no ar, logo são ordenados a decolar do aeródromo mais perto, calculando o tempo da aproximação e reserva de combustível para poderem voltar ao aeródromo após a escolta.

Em 11 de maio, bombardeiros estratégicos Tu-95MS da Força Aeroespacial da Rússia e aviões antinavio de longo alcance Tu-142 da Marinha russa efetuaram voo planejado com sucesso sobre as águas neutras do oceano Ártico, mar de Bering e de Okhotsk. As tripulações russas completaram todas as tarefas de patrulhamento aéreo.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas