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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
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"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Presidente do Irã acusa EUA e Israel de ajudarem terroristas na Síria

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, acusou nesta quarta-feira os Estados Unidos e Israel de apoiarem o grupo terrorista Estado Islâmico (ilegalmente na Rússia) na Síria.


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"A questão do conflito sírio também é de interesse para os dois países. Também discutimos isso. Nosso principal objetivo na Síria foi dar um duro golpe no EI [Daesh] e em outros terroristas. Conseguimos garantir uma vitória sobre o EI, apesar de terem sido apoiados pelos Estados Unidos e Israel", disse Rouhani após conversas com o presidente austríaco, Alexander Van der Bellen.

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O presidente do Irã, Hassan Rouhani | Reprodução

Os Estados Unidos e sua coalizão estão conduzindo operações militares contra o Daesh na Síria e no Iraque. O país também possui múltiplas bases em toda a república árabe, que nunca foram autorizadas pelo governo sírio. A presença dos Estados Unidos e de sua coalizão na Síria também não é autorizada nem pelo governo do presidente Bashar Assad nem pelo Conselho de Segurança da ONU.

Em junho, o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, disse que os bolsões de resistência do grupo na Síria estavam localizados apenas em áreas controladas pelos Estados Unidos.

Ele também observou que milhões de dólares em ajuda à "oposição síria fictícia" haviam caído nas mãos do Daesh e da Frente al-Nusra, que procuraram, como Washington, derrubar o legítimo Governo sírio".

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