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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Putin e Trump falaram de referendo no leste da Ucrânia, afirma embaixador

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Donald Trump, falaram durante a cúpula de Helsinque sobre a possibilidade de realizar um referendo no leste da Ucrânia como via de solução para o conflito, disse nesta sexta-feira em Moscou o embaixador russo em Washington, Anatoly Antonov.


EFE

Moscou - "Este problema foi debatido. Foram formuladas propostas concretas para revolver este assunto", disse o diplomata russo ao responder uma pergunta sobre se os governantes falaram da possibilidade de um referendo no leste da Ucrânia, após discursar no fórum internacional de debate Valdai.

EFE/ Anatoly Maltsev
EFE/ Anatoly Maltsev

Segundo a imprensa americana, Putin informou ontem aos seus diplomatas que propôs a Trump realizar um referendo para resolver o conflito no leste da Ucrânia e esteve de acordo de não fazer pública a proposta para que a parte americana pudesse estudá-la.

Antonov acusou as autoridades ucranianas de descumprir o acordo de Minsk para a regulação do conflito armado que já deixou mais de 10 mil mortos, entre civis e combatentes, nas regiões orientais ucranianas de Donetsk e Lugansk, ambas fronteiriças com a Rússia.

A proposta russa de um referendo seria recebida de mal grau pelo Governo de Kiev, que acusa Moscou de apoiar militarmente e financeiramente aos separatistas pró-russos das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.

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