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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Radicais sírios entregam seus tanques e armas ligeiras a Damasco

Ao longo das últimas duas semanas na província de Daraa, combatentes sírios entregaram ao exército do país 26 tanques, além de centenas de unidades de armas ligeiras, comunicou o chefe do Centro Russo de Reconciliação na Síria, major-general Aleksei Tsygankov.


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De acordo com ele, no âmbito da trégua, nos povoados de Tafas, Nasib, Bosra, e na própria Daraa, os radicais entregaram cerca de 300 metralhadoras e fuzis de assalto, mais de 30 morteiros, obuses, mísseis antitanque, mais de 80 granadas antitanque de mão, bem como 21 tanques T-55 e cinco tanques T-72.

Tanque T-72 (foto de arquivo)
Tanque T-72 © Sputnik / Aleksandr Kondratuk

Caso a inspeção das Tropas de Engenharia sírias qualifique as armas como aptas para combate, o equipamento militar pode ser incorporado ao exército da República Árabe.

Além disso, Tsygankov assinalou que os radicais que entregaram as armas desejam voltar à vida civil, enquanto alguns querem aderir ao exército sírio.

"A maioria dos comandantes de campo agora se dão conta de que a luta armada já não tem sentido. Estão tomando decisões corretas salvando a gente, salvando as cidades de serem destruídas", afirmou o general russo.

Um dos combatentes, Mohamed Barada, contou que queria voltar à vida que tinha antes, já que "não queria combater mais".

"Nós aceitamos as propostas de todos os lados, do exército sírio, de seu exército [russo], para sair desta situação complicada que estamos enfrentando agora. Espero que, depois de depor as armas, possamos viver uma vida normal como nossos vizinhos", comentou Barada em entrevista a jornalistas.

Em resultado das conversações bem sucedidas entre oficiais russos e radicais da área, o exército sírio passou a controlar sem combates dezenas de vilas e povoados, bem como a maior parte da fronteira com a Jordânia na província de Daraa. Os combates com o Daesh e Frente Al-Nusra (organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países) continuam no oeste na província de Daraa e Quneitra.

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