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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Rouhani: Irã não deseja escalar tensões no Oriente Médio

Teerã nunca quis escalar as tensões no Oriente Médio, disse o presidente iraniano Hassan Rouhani durante reunião com o novo embaixador do Reino Unido na República Islâmica, Robert Macaire.


Sputnik

"O Irã nunca quis o aumento das tensões na região, nem quis criar problemas em rotas marítimas internacionais. Ao mesmo tempo, nunca renunciará do seu direito de exportar petróleo", escreveu Rouhani em seu site na internet.

Iran's President Hassan Rouhani (File)
Presidente iraniano Hassan Rouhani © REUTERS / Faisal Mahmood

Durante a reunião, Macaire entregou suas credenciais para Rohani e disse que Londres apóia o acordo sobre o programa nuclear iraniano e defende sua implementação.

Por sua vez, o presidente do Irã saudou o aprofundamento das relações entre Teerã e Londres e criticou a saída dos EUA do pacto nuclear, conhecido com Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA).

"O Irã está sempre pronto para desenvolver as relações com os países europeus, mas agora, após a saída dos Estados Unidos do JCPOA, a bola está no campo da Europa e o tempo restante é limitado", disse Rouhani.

O Departamento de Estado dos EUA declarou que Washington tentará convencer seus aliados a pararem de comprar petróleo do Irã.

De acordo com o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, Washington está disposto a impor sanções à Rússia, à China e a qualquer outro país que continue comprando petróleo do Irã.

No início de maio, Trump anunciou a saída de seu país do acordo assinado em 2015 pelo Irã, Rússia, Estados Unidos, Grã-Bretanha, China, França, Alemanha e o chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

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