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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Submarino 'de bolhas': EUA estão elaborando tecnologia para reduzir arrasto

A Marinha dos EUA está trabalhando com os investigadores da Universidade de Michigan para criar um novo revestimento repelente de água que vai ajudar os submarinos a se mover melhor dentro d’água e fazer com que os responsáveis oficiais poupem milhões em despesas de combustível.




Sputnik

De acordo com o portal Task and Purpose, a substância, que é conhecida na ciência como revestimento superhidrofóbico, vai reduzir o arrasto do submarino ao criar uma "película de ar" de milhões de bolhas que revestem o navio e fazem a água "deslizar".


submarines navy coating
The U.S. Navy ballistic missile submarine, USS Tennessee (SSBN 734) | U.S. Navy/Mass Communication Specialist 1st Class James Kimber

O arrasto é a resistência criada pelo movimento do casco através da água.

"O arrasto pode consumir até 60% do combustível, talvez mais, dependendo da velocidade", Anish Tuteja, um investigador envolvido no projeto, disse em entrevista ao portal: "Temos o potencial para reduzir isso significativamente."

Tuteja depois notou que ele e a sua equipe testaram centenas de combinações químicas para criar o revestimento correto para essa finalidade.

"Para essa aplicação em particular, você tem que ter uma textura correta. Se os poros são muito grandes, a água pode essencialmente entrar nos poros e depois ela entra e o arrasto de fato aumenta, e se os poros são muito pequenos, não criam arrasto suficiente, por isso deve haver o regime correto para criar arrasto", explicou o especialista, antes tendo indicado que o processo vai levar vários anos antes de o mecanismo começar a ser usado nos submarinos.

O próximo objetivo da equipe é garantir que a substância é bastante durável para funcionar nos navios por muitos anos, relatou o Task and Purpose.
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