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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Submarino 'de bolhas': EUA estão elaborando tecnologia para reduzir arrasto

A Marinha dos EUA está trabalhando com os investigadores da Universidade de Michigan para criar um novo revestimento repelente de água que vai ajudar os submarinos a se mover melhor dentro d’água e fazer com que os responsáveis oficiais poupem milhões em despesas de combustível.




Sputnik

De acordo com o portal Task and Purpose, a substância, que é conhecida na ciência como revestimento superhidrofóbico, vai reduzir o arrasto do submarino ao criar uma "película de ar" de milhões de bolhas que revestem o navio e fazem a água "deslizar".


submarines navy coating
The U.S. Navy ballistic missile submarine, USS Tennessee (SSBN 734) | U.S. Navy/Mass Communication Specialist 1st Class James Kimber

O arrasto é a resistência criada pelo movimento do casco através da água.

"O arrasto pode consumir até 60% do combustível, talvez mais, dependendo da velocidade", Anish Tuteja, um investigador envolvido no projeto, disse em entrevista ao portal: "Temos o potencial para reduzir isso significativamente."

Tuteja depois notou que ele e a sua equipe testaram centenas de combinações químicas para criar o revestimento correto para essa finalidade.

"Para essa aplicação em particular, você tem que ter uma textura correta. Se os poros são muito grandes, a água pode essencialmente entrar nos poros e depois ela entra e o arrasto de fato aumenta, e se os poros são muito pequenos, não criam arrasto suficiente, por isso deve haver o regime correto para criar arrasto", explicou o especialista, antes tendo indicado que o processo vai levar vários anos antes de o mecanismo começar a ser usado nos submarinos.

O próximo objetivo da equipe é garantir que a substância é bastante durável para funcionar nos navios por muitos anos, relatou o Task and Purpose.

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