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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Trump diz que está disposto a se encontrar com o presidente do Irã

Rohani e Trump trocaram ameaças na semana passada. Relação entre os dois países está tensa desde que os EUA deixaram acordo nuclear.


Por G1

O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (30) que está disposto a se encontrar com o presidente do Irã, Hassan Rohani, sem condições pré-determinadas.

Montagem com as fotos do presidente dos EUA, Donald Trump, e o do Irã, Hassan Rohani  (Foto: Mary F. Calvert/Peter Klaunzer/Reuters)
Montagem com as fotos do presidente dos EUA, Donald Trump, e o do Irã, Hassan Rohani (Foto: Mary F. Calvert/Peter Klaunzer/Reuters)

"Eu me reuniria com qualquer pessoa. Acredito em reuniões", afirmou Trump ao ser questionado por um repórter sobre se estaria disposto a se reunir com Rohani. O presidente americano participou de uma coletiva de imprensa na Casa Branca ao lado do premiê italiano, Giuseppe Conte.

"Eu certamente me reuniria com o Irã se eles quisessem se reunir", disse.

Na semana passada, Trump e Rohani trocaram ameaças. O líder iraniano advertiu Washington a "não brincar com fogo", o que poderia causar a 'mãe de todas as guerras', e, em resposta, Trump tuitou: "Nunca mais volte a ameaçar os Estados Unidos ou sofrerá consequências como as que poucos sofreram antes na história".

Relações tensas

Em maio, Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear multilateral de 2015, firmado pelo seu antecessor, Barack Obama, em uma das mais contundentes decisões de sua política externa desde o início do seu mandato. O acordo previa que o Irã se comprometeria a limitar suas atividades nucleares em troca do alívio em sanções internacionais.

O presidente americano, que acusou o Irã de ser "o principal Estado patrocinador do terrorismo", afirmou que o país trapaceava o acordo para desenvolver seu programa nuclear e voltou a impor sanções a Teerã.

As novas sanções, que entrarão em vigor em agosto, tentam atingir os programas de mísseis balísticos e influência regional do Irã - ameaçando prejudicar ainda mais a já maltratada economia iraniana.

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