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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Ucrânia desenvolve mais um plano para 'retomar e reintegrar' Crimeia

Kiev pretende "retomar e reintegrar" a Crimeia até dezembro de 2019, segundo declarou Aleksei Zhuravko, ex-deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia).


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"Isto não é invenção de ninguém, mas uma tarefa concreta escrita em documento", escreveu Zhuravko em seu Facebook, anexando o arquivo digitalizado.

Vista da costa da Crimeia
Costa da Crimeia © Sputnik / Vasily Batano

Segundo o ex-parlamentar, o plano foi desenvolvido por Boris Babin, representante permanente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko na Crimeia, e aprovado em 20 de junho do ano atual.

Segundo o documento, a Ucrânia tem a intenção de coletar e apresentar "evidências de violações dos direitos humanos na Crimeia", reunir provas contra a Rússia para apoiar reivindicações ao Tribunal Penal Internacional, apoiar atividades da plataforma internacional Amigos da desocupação da Crimeia e financiar estruturas e organizações pró-ucranianas na península.

Além disso, o ex-deputado disse que autoridades ucranianas planejam formar unidades separadas das Forças Armadas compostas por imigrantes da Crimeia para a posterior "libertação" da península. Ao mesmo tempo, Zhuravko observou que Kiev não dispõe de capital financeiro para criar essas unidades.

Não é a primeira vez que falam sobre o "retorno" da Crimeia na Ucrânia. Recentemente, algumas autoridades oficiais ucranianas começaram a admitir que Kiev não será capaz de recuperar a península. Em abril deste ano, Georgy Tuka, vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, admitiu que a Ucrânia não tem recursos financeiros para retomar a Crimeia e Donbass.

A Crimeia se reunificou com a Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 90% dos moradores votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal e de acordo com as leis internacionais. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, a questão da propriedade da Crimeia está "definitivamente encerrada".

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