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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Ucrânia desenvolve mais um plano para 'retomar e reintegrar' Crimeia

Kiev pretende "retomar e reintegrar" a Crimeia até dezembro de 2019, segundo declarou Aleksei Zhuravko, ex-deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia).


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"Isto não é invenção de ninguém, mas uma tarefa concreta escrita em documento", escreveu Zhuravko em seu Facebook, anexando o arquivo digitalizado.

Vista da costa da Crimeia
Costa da Crimeia © Sputnik / Vasily Batano

Segundo o ex-parlamentar, o plano foi desenvolvido por Boris Babin, representante permanente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko na Crimeia, e aprovado em 20 de junho do ano atual.

Segundo o documento, a Ucrânia tem a intenção de coletar e apresentar "evidências de violações dos direitos humanos na Crimeia", reunir provas contra a Rússia para apoiar reivindicações ao Tribunal Penal Internacional, apoiar atividades da plataforma internacional Amigos da desocupação da Crimeia e financiar estruturas e organizações pró-ucranianas na península.

Além disso, o ex-deputado disse que autoridades ucranianas planejam formar unidades separadas das Forças Armadas compostas por imigrantes da Crimeia para a posterior "libertação" da península. Ao mesmo tempo, Zhuravko observou que Kiev não dispõe de capital financeiro para criar essas unidades.

Não é a primeira vez que falam sobre o "retorno" da Crimeia na Ucrânia. Recentemente, algumas autoridades oficiais ucranianas começaram a admitir que Kiev não será capaz de recuperar a península. Em abril deste ano, Georgy Tuka, vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, admitiu que a Ucrânia não tem recursos financeiros para retomar a Crimeia e Donbass.

A Crimeia se reunificou com a Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 90% dos moradores votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal e de acordo com as leis internacionais. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, a questão da propriedade da Crimeia está "definitivamente encerrada".

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