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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Ucrânia desenvolve mais um plano para 'retomar e reintegrar' Crimeia

Kiev pretende "retomar e reintegrar" a Crimeia até dezembro de 2019, segundo declarou Aleksei Zhuravko, ex-deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia).


Sputnik

"Isto não é invenção de ninguém, mas uma tarefa concreta escrita em documento", escreveu Zhuravko em seu Facebook, anexando o arquivo digitalizado.

Vista da costa da Crimeia
Costa da Crimeia © Sputnik / Vasily Batano

Segundo o ex-parlamentar, o plano foi desenvolvido por Boris Babin, representante permanente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko na Crimeia, e aprovado em 20 de junho do ano atual.

Segundo o documento, a Ucrânia tem a intenção de coletar e apresentar "evidências de violações dos direitos humanos na Crimeia", reunir provas contra a Rússia para apoiar reivindicações ao Tribunal Penal Internacional, apoiar atividades da plataforma internacional Amigos da desocupação da Crimeia e financiar estruturas e organizações pró-ucranianas na península.

Além disso, o ex-deputado disse que autoridades ucranianas planejam formar unidades separadas das Forças Armadas compostas por imigrantes da Crimeia para a posterior "libertação" da península. Ao mesmo tempo, Zhuravko observou que Kiev não dispõe de capital financeiro para criar essas unidades.

Não é a primeira vez que falam sobre o "retorno" da Crimeia na Ucrânia. Recentemente, algumas autoridades oficiais ucranianas começaram a admitir que Kiev não será capaz de recuperar a península. Em abril deste ano, Georgy Tuka, vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, admitiu que a Ucrânia não tem recursos financeiros para retomar a Crimeia e Donbass.

A Crimeia se reunificou com a Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 90% dos moradores votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal e de acordo com as leis internacionais. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, a questão da propriedade da Crimeia está "definitivamente encerrada".

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