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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Ucrânia lança novas munições no padrão OTAN

A Ucrânia iniciou a produção de um novo tipo de munição para lançador de granada em conformidade com os padrões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo afirmou o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko nesta quarta-feira.


Sputnik

Segundo o chefe de Estado, o país espera atingir o padrão OTAN de armamentos até 2020. 

Segundo presidente Pyotr Poroshenko, a Ucrânia deve atingir o padrão OTAN de armamentos até 2020
Bandeiras da OTAN e Ucrânia © Sputnik / Mikhail Markiv

"A Ucrânia iniciou a produção em massa de munições de acordo com os padrões da OTAN. A Ukroboronprom está produzindo munição para o lançador de granadas automático PGOF-40. Engenheiros da fábrica já estão trabalhando para modernizar o processo tecnológico e aumentar os volumes de produção."

Em 2017, o parlamento ucraniano adotou uma resolução proclamando a entrada do país na aliança militar ocidental um objetivo estratégico de segurança e geopolítica. No entanto, de acordo com autoridades da OTAN, a Ucrânia ainda precisa implementar uma série de reformas essenciais antes de tentar se tornar membro do bloco.

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