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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Venezuela está disposta a 'defender soberania e independência de Nicarágua'

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela, avisou da capital nicaraguense, Manágua, que o presidente Nicolás Maduro está disposto a apoiar a Nicarágua em defesa de sua soberania se for necessário.


Sputnik

"Se [nós] o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos que vir à Nicarágua para defender a soberania e a independência nicaraguense, e oferecer nosso sangue pela Nicarágua, iríamos como Sandino, até à montanha de Nueva Segovia", expressou Arreaza.

Manifestações contra o governo de Daniel Ortega na Nicarágua.
Manifestação contra o governo de Daniel Ortgega, na Nicarágua © REUTERS / Oswaldo Rivas

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela fez essas declarações durante a comemoração dos 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista em Nicarágua, país para o qual viajou em 19 de julho.

O socialismo, enfatizou Arreaza, é o caminho certo, e assegurou que a Venezuela passou por uma situação semelhante da qual a Nicarágua enfrenta desde abril deste ano.

"Caros compatriotas, dizemos-lhes porque vivemos essa mesma experiência que vocês vivem nos últimos meses, nós as chamamos de guarimbas [termo para protesto popular], agressões, que com o apoio e interferência dos EUA queriam derrubar o governo do presidente Maduro, mas aplicamos o conceito de paciência estratégica e obtivemos a paz e o diálogo", destacou Arreaza.

A Nicarágua está passando por uma grave crise desde o último dia 18 de abril, quando começou uma onda de protestos contra o Governo que levaram a confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

No início de julho, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que 264 pessoas morreram desde o início dos protestos, enquanto a organização não governamental Associação Nicaraguense pró-Direitos Humanos, afirma que o número de mortes chegou a 351.

O governo de Ortega atribui o derramamento de sangue a setores violentos da oposição que tentam executar um "golpe suave" contra eles.

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