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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Acordo sobre caças F-35 entre EUA e Turquia está a um passo do abismo

A Turquia pretende adotar medidas legais se os EUA tentarem evitar a entrega de caças norte-americanos de quinta geração F-35, afirmou na terça-feira (31) Ibrahim Kalin, porta-voz do presidente turco.


Sputnik

"O F-35 é um projeto internacional e a Turquia tomará medidas legais se forem dados passos para impedir o fornecimento do F-35", disse Kalin à Sputnik Turquia.

Caça F-35 da Força Aérea dos Estados Unidos, foto de arquivo
F-35 Lightining II da USAF © AP Photo / Rick Bowmer

Anteriormente, apenas algumas horas após a introdução de sanções contra os ministros turcos, a decisão dos EUA foi tomada em relação aos caças F-35 de quinta geração. O Senado dos EUA decidiu congelar o projeto de fornecer novos caças à Turquia, devido à compra dos sistemas de defesa antiaérea russos S-400. No momento, resta apenas a assinatura de Donald Trump para que o projeto entre em vigor.

Erdogan Karakus, tenente-general aposentado da Força Aérea da Turquia, comentou que a história do projeto do F-35 remonta ao início dos anos 90. E acrescentou que o término dessa parceria causaria grandes danos aos EUA.

"Este projeto é mais do que uma parceria de dez anos. Na Turquia, de 8 a 10 empresas estão envolvidas na produção de determinadas peças do F-35, entre as quais há detalhes importantes. A partir da violação deste acordo, não apenas a Turquia, mas também os Estados Unidos sofrerão sérios prejuízos", disse.

A violação do acordo do F-35 pode servir como uma desculpa para a recusa na participação do projeto de outros países que potencialmente poderiam participar dele, enfatizou Karakus.

"A violação deste acordo pelos EUA pode levar ao fato de que os países que tendem a participar do projeto se recusarão a participar, e outros países começarão a duvidar da confiabilidade desse acordo. Os demais países terão fortes dúvidas sobre a adesão ao acordo do F-35 para não ficar na mesma situação", comentou o tenente-general aposentado.

Comentando sobre o fato de que a Turquia tem alternativas, Karakus salientou que em uma situação onde não há esperança de um acordo tão importante com os EUA sobre a questão da indústria de defesa, a Turquia está se reorientando.

"Uma dessas alternativas é a aproximação com a Rússia. Além disso, a Turquia direcionará suas forças para a produção de sua própria aeronave militar durante um determinado período de tempo", concluiu.

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