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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Almirante norte-americano avalia eficácia de forças submarinas russas

Os grandes investimentos da Rússia permitem criar forças submarinas eficazes, contra as quais os Estados Unidos se opõem no Atlântico, declarou o comandante da Marinha dos EUA na Europa e África, almirante James Foggo.


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"A atividade na guerra submarina aumentou significativamente desde que eu voltei [ao serviço militar] para a Europa e desde a Guerra Fria. A Marinha da Rússia continua a investir rublos [moeda nacional] no setor subaquático e eles possuem foças submarinas muito eficazes", disse Foggo, citado pelo serviço de imprensa da 6ª Frota dos EUA.

Submarino nuclear russo do projeto Yase
Submarino nuclear russo do Projeto Yase © Foto: Oleg Kuleshov

O comandante ainda acredita que os "EUA são arrastados para a 'quarta batalha pelo Atlântico' em decorrência do aumento da atividade das forças submarinas russas".

"O teatro de guerra antissubmarino é muito importante e um jogo militar combinado com a participação de todos", acrescentou o almirante que anteriormente serviu na frota de submarinos.

No final de agosto, os EUA restauraram a 2ª frota naval, destinada a deter a Rússia no Atlântico Norte, principalmente seus submarinos, que os marinheiros norte-americanos mais temem.

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