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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Almirante norte-americano avalia eficácia de forças submarinas russas

Os grandes investimentos da Rússia permitem criar forças submarinas eficazes, contra as quais os Estados Unidos se opõem no Atlântico, declarou o comandante da Marinha dos EUA na Europa e África, almirante James Foggo.


Sputnik

"A atividade na guerra submarina aumentou significativamente desde que eu voltei [ao serviço militar] para a Europa e desde a Guerra Fria. A Marinha da Rússia continua a investir rublos [moeda nacional] no setor subaquático e eles possuem foças submarinas muito eficazes", disse Foggo, citado pelo serviço de imprensa da 6ª Frota dos EUA.

Submarino nuclear russo do projeto Yase
Submarino nuclear russo do Projeto Yase © Foto: Oleg Kuleshov

O comandante ainda acredita que os "EUA são arrastados para a 'quarta batalha pelo Atlântico' em decorrência do aumento da atividade das forças submarinas russas".

"O teatro de guerra antissubmarino é muito importante e um jogo militar combinado com a participação de todos", acrescentou o almirante que anteriormente serviu na frota de submarinos.

No final de agosto, os EUA restauraram a 2ª frota naval, destinada a deter a Rússia no Atlântico Norte, principalmente seus submarinos, que os marinheiros norte-americanos mais temem.

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