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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Análise do ‘novo’ caça iraniano revela fraquezas do F-5

Na última na terça-feira o Irã apresentou seu “novo” jato de combate chamado Kowsar, que afirma ser “100% feito no país” e capaz de transportar várias armas e realizar missões de apoio aéreo.


Poder Aéreo

No entanto, alguns especialistas militares acreditam que o jato de caça é apenas uma cópia de um F-5 produzido pela primeira vez nos Estados Unidos na década de 1970.

O Kowsar em voo
O Kowsar em voo

“A fuselagem parece ser um F-5 Tiger biposto, externamente inalterado. Embora possa ser fabricado localmente, é um projeto totalmente estrangeiro”, disse Justin Bronk, pesquisador especialista em poder aéreo e tecnologia na equipe de Ciências Militares do Royal United Services Institute.

“É um caça muito pequeno e leve com motores muito pequenos que limitam a potência de empuxo, uma capacidade interna muito baixa de combustível que limita a autonomia e um nariz muito pequeno que limita o tamanho e a potência do radar”, disse ele à Reuters.

“Todas essas restrições não serão alteradas pela atualização dos componentes internos. Embora você possa colocar um radar moderno ou uma aviônica moderna – pelos padrões iranianos –, ainda estará sujeita a todas as limitações da fuselagem do F-5”.

A Força Aérea do Irã tem se limitado a, talvez, algumas dúzias de aeronaves de ataque, usando modelos russos ou velhos aviões dos EUA, adquiridos antes da revolução iraniana de 1979.

O Irã enviou armas e milhares de soldados para a Síria para ajudar a apoiar as forças do presidente Bashar al-Assad, mas teve que confiar na Rússia para obter apoio aéreo devido à sua própria falta de uma força aérea poderosa.

A República Islâmica lançou em 2013 o que foi dito ser um novo caça a jato, chamado Qaher 313, mas alguns especialistas expressaram dúvidas sobre a viabilidade da aeronave na época.

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