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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Análise do ‘novo’ caça iraniano revela fraquezas do F-5

Na última na terça-feira o Irã apresentou seu “novo” jato de combate chamado Kowsar, que afirma ser “100% feito no país” e capaz de transportar várias armas e realizar missões de apoio aéreo.


Poder Aéreo

No entanto, alguns especialistas militares acreditam que o jato de caça é apenas uma cópia de um F-5 produzido pela primeira vez nos Estados Unidos na década de 1970.

O Kowsar em voo
O Kowsar em voo

“A fuselagem parece ser um F-5 Tiger biposto, externamente inalterado. Embora possa ser fabricado localmente, é um projeto totalmente estrangeiro”, disse Justin Bronk, pesquisador especialista em poder aéreo e tecnologia na equipe de Ciências Militares do Royal United Services Institute.

“É um caça muito pequeno e leve com motores muito pequenos que limitam a potência de empuxo, uma capacidade interna muito baixa de combustível que limita a autonomia e um nariz muito pequeno que limita o tamanho e a potência do radar”, disse ele à Reuters.

“Todas essas restrições não serão alteradas pela atualização dos componentes internos. Embora você possa colocar um radar moderno ou uma aviônica moderna – pelos padrões iranianos –, ainda estará sujeita a todas as limitações da fuselagem do F-5”.

A Força Aérea do Irã tem se limitado a, talvez, algumas dúzias de aeronaves de ataque, usando modelos russos ou velhos aviões dos EUA, adquiridos antes da revolução iraniana de 1979.

O Irã enviou armas e milhares de soldados para a Síria para ajudar a apoiar as forças do presidente Bashar al-Assad, mas teve que confiar na Rússia para obter apoio aéreo devido à sua própria falta de uma força aérea poderosa.

A República Islâmica lançou em 2013 o que foi dito ser um novo caça a jato, chamado Qaher 313, mas alguns especialistas expressaram dúvidas sobre a viabilidade da aeronave na época.

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