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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Análise: Rússia frustra EUA pela alta demanda dos S-400

Atualmente os EUA estão frustrados e tentando de alguma forma frear o sucesso dos sistemas antiaéreos S-400, mas para isso é necessário analisar alguns pontos-chave da questão.


Sputnik

A intenção dos EUA é apenas uma, frear as compras do sistema russo, isso é o que afirmam os próprios congressistas americanos e a porta-voz do Departamento de Estado americano, Heather Nauert, que reiterou a intenção a alto nível.

Os sistemas de mísseis S-400
S-400 Triumph © Sputnik / Anton Denisov

A situação ainda piorou quando surgiram os primeiros contratos com a China, Índia, Turquia e Arábia Saudita. Após a compra dos S-400 por estes países, os EUA encontraram nas sanções uma tentativa de frear o S-400. Nauert afirmou que os EUA "já deixaram claro que poderiam implementar sanções contra outros países e instituições" que planejassem comprar o sistema russo, como foi afirmado pela revista Military Watch.

O fato é que os EUA estão perdendo o mercado bélico e sua supremacia, como exemplo disso podemos citar que China e Índia há tempo que diversificam seus fornecedores e não compram armamentos exclusivamente aos EUA. Além disso, outros parceiros tradicionais dos EUA estão interessados no sistema russo, que é o caso da Turquia e da Arábia Saudita.

Por falar em supremacia aérea, não só a americana, como também a europeia, estariam ameaçadas caso as forças do Oriente Médio pudessem, de fato, possuir defesas mais modernas. Com isso, é possível notar que a propagação de sistemas antiaéreos potentes, como os S-400, afetariam diretamente os interesses dos países ocidentais, pois essa propagação causaria uma grande mudança no equilíbrio de poder em diferentes partes do mundo.

Outro detalhe importante, e que não pode deixar de ser citado, é o impacto econômico. Isso está relacionado com a demanda do S-400, pois quanto maior a demanda, maior será a rentabilidade e menor será o custo para a Rússia e para os parceiros estrangeiros.

Sendo assim, a frustração dos EUA envolve três aspectos, sendo eles o impacto econômico, a dificuldade que enfrentarão caso os exércitos de outros países utilizem o S-400 e o insulto tecnológico, pois Washington não possui nada comparável ao S-400 russo.

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