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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Boeing vence competição do drone-tanque MQ-25A (VIDEO)

O Pentágono deu à Boeing um contrato de US$ 805 milhões e a gigante aeroespacial tem até 2024 para entregar quatro veículos aéreos não tripulados MQ-25A.


Poder Aéreo

A Boeing deve também demonstrar que os quatro jatos podem ser integrados na ala aérea de um porta-aviões para fornecer serviços de reabastecimento aéreo aos aviões embarcados.

Boeing MQ-25A
Boeing MQ-25A

O novo drone-tanque poderia dobrar o raio de ação da ala aérea embarcada, com o MQ-25A fornecendo até 15.000 libras de combustível a 500 milhas náuticas.

O contrato ocorre quando a Marinha dos EUA está lutando para manter a prontidão de sua frota de caças F/A-18E/F Super Hornet, que também servem como aviões-tanque para a ala aérea.

De 20 a 30% das horas de voo do Super Hornet são dedicadas a operações de reabastecimento aéreo, e cortar essas horas faz parte do esforço do Chefe de Operações Navais, o almirante John Richardson, de levar o MQ-25 à frota.

A Marinha planeja eventualmente comprar mais 72 veículos aéreos de reabastecimento em voo, com um custo total do programa de cerca de US$ 13 bilhões.


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