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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Boeing vence competição do drone-tanque MQ-25A (VIDEO)

O Pentágono deu à Boeing um contrato de US$ 805 milhões e a gigante aeroespacial tem até 2024 para entregar quatro veículos aéreos não tripulados MQ-25A.


Poder Aéreo

A Boeing deve também demonstrar que os quatro jatos podem ser integrados na ala aérea de um porta-aviões para fornecer serviços de reabastecimento aéreo aos aviões embarcados.

Boeing MQ-25A
Boeing MQ-25A

O novo drone-tanque poderia dobrar o raio de ação da ala aérea embarcada, com o MQ-25A fornecendo até 15.000 libras de combustível a 500 milhas náuticas.

O contrato ocorre quando a Marinha dos EUA está lutando para manter a prontidão de sua frota de caças F/A-18E/F Super Hornet, que também servem como aviões-tanque para a ala aérea.

De 20 a 30% das horas de voo do Super Hornet são dedicadas a operações de reabastecimento aéreo, e cortar essas horas faz parte do esforço do Chefe de Operações Navais, o almirante John Richardson, de levar o MQ-25 à frota.

A Marinha planeja eventualmente comprar mais 72 veículos aéreos de reabastecimento em voo, com um custo total do programa de cerca de US$ 13 bilhões.


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