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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Chefe do Estado Maior do Exército defende 'conciliação e tolerância' nas eleições 2018

Em discurso, general disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Ao saudar os militares promovidos durante cerimônia no Quartel General do Exército, o chefe do Estado Maior do Exército, general Fernando Azevedo e Silva, defendeu a "conciliação" e "tolerância" nas eleições 2018.

Fernando Azevedo e Silva
O general Fernando Azevedo e Silva, fez questão de relembrar que as Forças Armadas apresentaram o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Foto: Fabio Motta/Estadão

Em sua fala, o general ressaltou ainda que os militares são "parte significativa da maioria do povo brasileiro que pretende usar o voto, a arma mais poderosa e legítima da democracia, para começar a superar a crise profunda em que estamos mergulhados".

Os generais têm aproveitado discursos em cerimônias militares para falar sobre suas preocupações com a situação do País e pedir atenção ao voto nas eleições de outubro. Nenhum deles, no entanto, fez defesa da candidatura do deputado-capitão Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, agora com uma chapa "puro-sangue", que tem como vice o general da reserva Hamilton Mourão.

No discurso, em cerimônia realizada no Quartel-General do Exército, o chefe do EME disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem.

"Os constantes desafios a que as Forças Armadas vêm sendo submetidas, muitos deles alheios à nossa destinação principal, não têm recebido, das esferas competentes, o merecido reconhecimento, justo e digno, principalmente quanto ao orçamento e à remuneração do nosso pessoal", declarou o general. "Para dissuadir possíveis ameaças e apoiar o Brasil, de forma eficaz, em necessidades tão heterogêneas e urgentes, há sempre a exigência de um preparo anterior, o que requer alocação de recursos e sua judiciosa aplicação", comentou ele.

O general Fernando fez questão de relembrar ainda que as Forças Armadas "não por acaso" apresentaram, em recente pesquisa de opinião junto à sociedade brasileira, o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Segundo o general, isso é resultado da "dedicação pessoal e coletiva" de todos os militares, da "coesão interna" deles e da "reconhecida disponibilidade permanente e capacidade para vencer desafios de qualquer natureza".

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