Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Chefe do Estado Maior do Exército defende 'conciliação e tolerância' nas eleições 2018

Em discurso, general disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Ao saudar os militares promovidos durante cerimônia no Quartel General do Exército, o chefe do Estado Maior do Exército, general Fernando Azevedo e Silva, defendeu a "conciliação" e "tolerância" nas eleições 2018.

Fernando Azevedo e Silva
O general Fernando Azevedo e Silva, fez questão de relembrar que as Forças Armadas apresentaram o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Foto: Fabio Motta/Estadão

Em sua fala, o general ressaltou ainda que os militares são "parte significativa da maioria do povo brasileiro que pretende usar o voto, a arma mais poderosa e legítima da democracia, para começar a superar a crise profunda em que estamos mergulhados".

Os generais têm aproveitado discursos em cerimônias militares para falar sobre suas preocupações com a situação do País e pedir atenção ao voto nas eleições de outubro. Nenhum deles, no entanto, fez defesa da candidatura do deputado-capitão Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, agora com uma chapa "puro-sangue", que tem como vice o general da reserva Hamilton Mourão.

No discurso, em cerimônia realizada no Quartel-General do Exército, o chefe do EME disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem.

"Os constantes desafios a que as Forças Armadas vêm sendo submetidas, muitos deles alheios à nossa destinação principal, não têm recebido, das esferas competentes, o merecido reconhecimento, justo e digno, principalmente quanto ao orçamento e à remuneração do nosso pessoal", declarou o general. "Para dissuadir possíveis ameaças e apoiar o Brasil, de forma eficaz, em necessidades tão heterogêneas e urgentes, há sempre a exigência de um preparo anterior, o que requer alocação de recursos e sua judiciosa aplicação", comentou ele.

O general Fernando fez questão de relembrar ainda que as Forças Armadas "não por acaso" apresentaram, em recente pesquisa de opinião junto à sociedade brasileira, o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Segundo o general, isso é resultado da "dedicação pessoal e coletiva" de todos os militares, da "coesão interna" deles e da "reconhecida disponibilidade permanente e capacidade para vencer desafios de qualquer natureza".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas