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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.


Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

Navios da Marinha chinesa participam de manobras no mar Amarelo
Navios da Marinha chinesa © East News / Liu Zheng/Color China Photo/AP Images

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como uma parte integrante da China, e pediu aos EUA para respeitarem o princípio de uma só China.

Quanto às disputas marítimas, Pequim está disposta a "resolvê-las pacificamente por meio de acordos diretos e negociações com os países relevantes". Kang também acusou Washington de enviar frequentemente aviões de guerra à área do mar do Sul da China "para provocar tensões, o que representa uma ameaça real para a paz e a estabilidade regionais".

O documento de 145 páginas, publicado pelo Pentágono na quinta-feira, sugere que nos últimos anos o Exército de Libertação Popular da China "tem expandido rapidamente as áreas operacionais de bombardeiros sobre a água, ganhando experiência em regiões marítimas críticas e provavelmente treinando para ataques contra alvos norte-americanos e aliados".

Pequim destaca que a publicação de documentos deste tipo "está prejudicando a confiança mútua entre os países e é incompatível com os interesses comuns de ambas as partes".

"Exigimos que os Estados Unidos abandonem a mentalidade da Guerra Fria, observem objetivamente e racionalmente o desenvolvimento da defesa nacional e do Exército da China, deixando de publicar tais relatórios, e que tomem ações práticas para manter o desenvolvimento estável das relações entre os dois Exércitos", concluiu Lu Kang.

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