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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.


Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

Navios da Marinha chinesa participam de manobras no mar Amarelo
Navios da Marinha chinesa © East News / Liu Zheng/Color China Photo/AP Images

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como uma parte integrante da China, e pediu aos EUA para respeitarem o princípio de uma só China.

Quanto às disputas marítimas, Pequim está disposta a "resolvê-las pacificamente por meio de acordos diretos e negociações com os países relevantes". Kang também acusou Washington de enviar frequentemente aviões de guerra à área do mar do Sul da China "para provocar tensões, o que representa uma ameaça real para a paz e a estabilidade regionais".

O documento de 145 páginas, publicado pelo Pentágono na quinta-feira, sugere que nos últimos anos o Exército de Libertação Popular da China "tem expandido rapidamente as áreas operacionais de bombardeiros sobre a água, ganhando experiência em regiões marítimas críticas e provavelmente treinando para ataques contra alvos norte-americanos e aliados".

Pequim destaca que a publicação de documentos deste tipo "está prejudicando a confiança mútua entre os países e é incompatível com os interesses comuns de ambas as partes".

"Exigimos que os Estados Unidos abandonem a mentalidade da Guerra Fria, observem objetivamente e racionalmente o desenvolvimento da defesa nacional e do Exército da China, deixando de publicar tais relatórios, e que tomem ações práticas para manter o desenvolvimento estável das relações entre os dois Exércitos", concluiu Lu Kang.

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