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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

China teria se oposto à exigência dos EUA quanto ao petróleo iraniano

Segundo a Bloomberg, a China respondeu por 35% das exportações de petróleo iranianas.


Sputnik

As autoridades norte-americanas não conseguiram fazer com que a China reduzisse a importação de petróleo iraniano, informou a Bloomberg, referindo-se às autoridades envolvidas nas negociações.

Bandeira americana e chinesa
© AFP 2018 / Wang Zhao

Bloomberg observa que os negociadores americanos estão visitando as capitais de vários países para discutir a questão de suspensão da importação de petróleo do Irã até novembro, quando as sanções americanas contra Teerã entrarão novamente em vigor. De acordo com o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, uma dessas visitas à China foi recentemente realizada pelo subsecretário de Estado de Recursos Energéticos, Francis Fannon.

Em 8 de maio, o presidente Donald Trump anunciou a saída de Washington do acordo nuclear iraniano e restauração de todas as sanções, incluindo sanções secundárias contra outros países que realizam negócios com o Irã. Mais tarde, o Departamento de Estado disse que Washington tentaria persuadir os aliados a pararem completamente de comprar petróleo iraniano até o início de novembro.

A China, maior compradora de petróleo iraniano, no início de julho deixou claro que não responderia a esse chamado de Trump. No mesmo mês, Pequim anunciou um aumento de 26% no volume de importações de petróleo. Segundo a Bloomberg, a China respondeu por 35% das exportações de petróleo iranianas.

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