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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.


Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

Navios chineses Qiandaohu e Yiyang entram no porto de Gdynia, Polônia, outubro de 2015
Navios chineses Qiandaohu e Yiyang © AFP 2018 / ADAM WARZAWA / PAP

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", foram seriamente danificados por minas iraquianas, de acordo com o artigo publicado por Lyle J. Goldstein na revista The National Interest.

As minas marítimas, que são utilizadas desde os tempos antigos, certamente não são tão fascinantes como os mísseis balísticos antinavio, mísseis de cruzeiro supersônicos antinavio ou as armas hipersônicas que Pequim também está desenvolvendo. Tampouco elas ameaçam os porta-aviões americanos. No entanto, minas instaladas habilmente e em grande número podem fazer uma grande diferença nas fases iniciais de um combate naval no Pacífico Ocidental.

Uma mina de ataque marítima, detectando o alvo, não explode como as minas comuns, mas emerge e lança um míssil a curta distância. Essa mina reduziria radicalmente o tempo disponível para reação das tripulações dos navios de superfície, que tentariam empregar contramedidas para defender seu navio. Além disso, Pequim está avançando no desenvolvimento de tecnologias militares avançadas em diversas áreas, incluindo na guerra de minas.

Uma possível maneira dos EUA responderem à ameaça do poder das minas navais chinesas, seria o aumento das capacidades norte-americanas em guerra de minas ofensiva. Isso tem sido feito até um certo ponto, como é o caso da demonstração das capacidades dos bombardeiros da Força Aérea americana para colocar minas navais na região da Ásia-Pacífico.

Em geral, diz a matéria, seria preciso ter um "porrete grande" para manter a paz na instável região da Ásia-Pacífico, mas seria ainda mais importante "falar suave" — uma aproximação que até o momento não tem sido adequadamente empreendida pela atual administração dos EUA e suas antecessoras.

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